amigo -
Não, você não acabou de acordar de um sonho ruim.
Líderes John Boehner e casas estão realmente se movendo para a frente com seu plano para processar o Presidente.
Claro, é um desperdício enorme de tempo e dinheiro do contribuinte - e quando você pensa sobre o que Speaker Boehner não tenha chegado feito para o povo americano, é ainda mais escandaloso. Nome qualquer problema que você sempre quis ver o progresso, e você pode ser muito maldita certeza a Casa não fez nada de significativo para movê-lo para a frente.
Isso não está funcionando para a grande maioria dos norte-americanos, e cabe a nós para que ele saiba disso.
Então, eu estou pedindo que você, agora mesmo - o que é a única coisa que você diria para John Boehner, se pudesse? Porque voluntários OFA vão entregar pessoalmente todas as suas mensagens diretamente para seu escritório.
Não é realmente o conluio político de processar o presidente que me deixa louco.
O que realmente me carrapatos fora é que os líderes John Boehner e da Câmara estão a gastar tempo (e nosso dinheiro) em um processo de desperdício em vez de fazer algo de bom para o povo americano.
Agora, John Boehner está pessoalmente que estava no caminho do progresso.
Muito disso.
Ele e os líderes da Câmara estão a bloquear uma reforma migratória integral. Eles estão se recusando a fazer investimentos a longo prazo em nossa infra-estrutura de transporte, e não são mesmo considerando um projeto de lei para aumentar o salário mínimo para famílias trabalhadoras. Eles estão impedindo a ação de serem presos sobre a mudança climática. Eles não vão levantar um dedo para ajudar a aliviar o fardo da dívida do empréstimo de estudante, ou reduzir a discriminação contra LGBT americanos.
E não é a primeira vez que vi isso de John Boehner e seus amigos na Casa - lembre-se, quando eles fecharam o governo e desperdiçou centenas de horas tentando revogar Obamacare e tirar cuidados de saúde acessíveis a partir de americanos?
Parece que John Boehner passa por um monte de problemas para manter o trabalho real a partir sendo feito. Isso é algo que frustra um monte de pessoas em todo o país que trabalham duro todos os dias.
É hora ele ouviu de nós. Vamos Speaker Boehner saber o que está em sua mente e dizer-lhe para parar de desperdiçar nosso tempo:
terça-feira, 22 de julho de 2014
Coloquei no facebook que Copa deveria ser todos os anos e colocaram de 6 em 6 meses e digo com todas as seleções de todos os países sem essa de eliminatória, colocar mulheres para juiz e bandeirinha, pois todos deixaram a deseja, deveria ser anulado o jogo do terceiro lugar foi desastroso a atuação do juiz, acabaram com o estado dos jogadores no primeiro minuto e quem cometer falta grave nunca mais voltará a jogar, seja acidental ou não mantenham-se longe do corpo dos jogadores.
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Edição do dia 11/07/2014
11/07/2014 11h10
- Atualizado em
11/07/2014 11h19
'Tomara que continue', diz Alexandre Garcia sobre redução de acidentes
Acidentes caíram 20% em comparação a junho do ano passado. Comentarista ressalta que apenas apenas em 7% das estradas são BR's.
Mas é bom que a gente lembre que esse é o balanço das BR’s, que são apenas 7% das estradas brasileiras. Mas, tomara que continue assim até o próximo verão, quando entram mais argentinos do que agora estão entrando para a Copa. Em janeiro e fevereiro, a BR-290, no Rio Grande do Sul, fica cheia de carros argentinos com destino à ilha de Santa ‘Catalina’, como eles chamam. Lotam as praias catarinenses e toda semana os jornais trazem notícias de acidentes graves com argentinos, que gostam de apertar o pé no acelerador.
Por terra, eles estão vindo principalmente das cidades de Rosário, Santa Fé, Paraná e até de Córdoba, para festejar a final no Brasil. E nós falamos em invasão dos argentinos, meio por atavismo, pelos séculos em que, realmente, esperávamos a invasão deles. O curioso, nessa final de dois papas, um argentino e um alemão, é que entre os primeiros alemães chegados ao Brasil, eram quase três mil oficiais e praças, foram contratados pelo imperador Pedro I para combater os argentinos. E perdemos, no Passo do Rosário, e o Uruguai consolidou sua independência, para nos derrotar em 1950, no Maracanã.
Agora, os argentinos chegam não como invasores, mas como visitantes bem vindos, que vão ajudar a nossa sofrida economia a faturar. Bem mais que o irônico ‘hermanos’ do futebol, eles são vizinhos por destino geográfico e parceiros importantes pelo Mercosul. Que venham, mas que tirem o pé do fundo acelerador e que fiquem de olho na estrada.
Edição do dia 18/07/2014
18/07/2014 11h43
- Atualizado em
18/07/2014 11h43
Alexandre Garcia: 'Alguém pobre pode subir na vida e ser famoso por estudar'
Depois de quase 30 anos sem estudar, um flanelinha foi aprovado no vestibular para o curso de gestão ambiental da Universidade de Brasília.
Ele reagiu às dificuldades da vida. É uma história muito comum no Brasil, uma história bem típica a desse homem. Ele se separou, saiu do Maranhão para tentar a sorte em Brasília e não encontrou emprego fixo. Achou um PM que lhe cedeu um lugar na casa para dormir. Não tem muito contato com seus quatro filhos, aí adotou uma cadelinha e ganha mais de R$ 1 mil por mês cuidando e lavando carros em Planaltina, perto de um campus da Universidade de Brasília.
Insistiu, convenceu o dono de um cursinho a lhe dar um lugar grátis, lia tudo que lhe chegava às mãos, foi ajudado pelo sistema de cotas, mas agora está pronto para fazer o curso superior à noite e continuar trabalhando durante o dia. Está procurando outro trabalho.
Vindo do Maranhão, onde florestas de ipê e mogno são derrubadas, escolheu gestão ambiental, para aproveitar racionalmente a natureza, conservando. Quando jovem, já havia vencido as etapas do fundamental e do médio. E, agora, tem repetido a convicção de que só o conhecimento liberta.
Neste momento, ele é personagem nacional no Bom Dia Brasil e é procurado por câmeras e microfones de repórteres de toda parte. Virou celebridade e, aí, deixa um exemplo e uma esperança para seus semelhantes: alguém pobre pode subir na vida e até ser famoso por estudar.
Edição do dia 21/07/2014
21/07/2014 11h45
- Atualizado em
21/07/2014 11h45
Alexandre Garcia: 'Confusão de fios é resultado de um país desorganizado'
Para comentarista, transmissão de energia elétrica, via aérea, nas cidades está sujeita a ventos, galhos de árvores e, sobretudo, sujeita a gatos.
A rede elétrica se transformou em um emaranhado de fios desencapados em uma ameaça aos próprios moradores no Rio, em São Paulo e pelo Brasil afora. Fiação subterrânea que é um parâmetro de desenvolvimento ainda é raridade nesse país grande.
Grande, improvisado, desordenado. Essa confusão de fios é o resultado de um país desorganizado. Transmissão de energia elétrica via aérea dentro de cidades está sujeita a ventos, galhos de árvores, janelas de apartamentos e, sobretudo, sujeita a gatos, esse nome tão comum para furtar eletricidade. E a conta vai acrescida de 17% para os outros.
Como em todas as atividades em que há sonegação de pagamento, vai para o bolso de quem está legal. Quinze por cento de desvio não é pouco, dá o estado do Espírito Santo inteiro de prejuízo.
Na eletricidade, a sonegação de pagamento está exposta nas ruas, nos postes engordados por ligações, que de clandestinas não têm nada, porque estão à vista de todos os que não fecham os olhos. E os fios que transportam energia, sobrecarregados por ligações não previstas, esquentam e ficam a um passo do colapso.
E é muito frequente o acidente vitimando pessoas sem habilitação para mexer na eletricidade. Dá duas mortes por dia, no Brasil. Energia elétrica não é para amadores. E a transmissão urbana de energia elétrica em postes, e mais fios de toda ordem, de todos os serviços, ajuda a deixar feias as cidades, além da possibilidade de furto e, mais ainda, o perigo da alta tensão sobre a cabeça das pessoas.
Edição do dia 22/07/2014
22/07/2014 11h28
- Atualizado em
22/07/2014 11h28
Alexandre Garcia: 'Mínimo que se espera é que ANS encontre respostas'
Levantamento feito pelo Instituto de Defesa do Consumidor mostra que, em alguns casos, reajustes de planos de saúde coletivos passam de 70%.
A Agência Nacional de Saúde diz que só controla os reajustes de preços dos planos individuais. Nos planos coletivos, o consumidor virou um híbrido: é indivíduo e é parte de empresa. No plano individual, o reajuste é controlado. No coletivo, o reajuste liberado. Mas, no individual o plano é muito caro. No coletivo, é menos caro. O barato que sai caro.
Por outro lado, na ponta, os médicos reclamam que são mal remunerados e estão cada vez mais caindo fora dos planos de saúde que, por sua vez, alegam que os custos são muito altos e que precisam fazer reajustes, mesmo porque os coletivos têm cada vez mais gente que paga menos que no plano individual.
Nesse intrincado problema de várias incógnitas, o Estado fica quieto. A Constituição diz que saúde é direito de todos, portanto, basta nascer para ter direito aos serviços de saúde. E de quem é o dever: saúde é dever do Estado, diz a Constituição. A origem disso é que, na medida em que o Estado cumpre mal o seu dever, as pessoas buscam soluções fora do Estado e têm que pagar por isso, como acontece com a segurança pública, por exemplo.
Aí, surgem os planos de saúde como negócio. E o Estado, que não cumpre seu dever de saúde, ainda cria uma Agência Nacional de Saúde para os planos de saúde que aliviam as obrigações do governo. O mínimo que se espera agora é que a ANS encontre respostas para todas essas incógnitas.
Cada vez mais, as próprias seguradoras estão limitando a oferta de planos individuais e empurrando os clientes para fazer os planos coletivos, que não tem um reajuste definido pelo governo. Está mais do que na hora da ANS olhar para os direitos dos clientes. E de carência, em carência, o consumidor também fica sem atendimento médico.
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