terça-feira, 22 de julho de 2014

amigo -

Não, você não acabou de acordar de um sonho ruim.

Líderes John Boehner e casas estão realmente se movendo para a frente com seu plano para processar o Presidente.

Claro, é um desperdício enorme de tempo e dinheiro do contribuinte - e quando você pensa sobre o que Speaker Boehner não tenha chegado feito para o povo americano, é ainda mais escandaloso. Nome qualquer problema que você sempre quis ver o progresso, e você pode ser muito maldita certeza a Casa não fez nada de significativo para movê-lo para a frente.

Isso não está funcionando para a grande maioria dos norte-americanos, e cabe a nós para que ele saiba disso.

Então, eu estou pedindo que você, agora mesmo - o que é a única coisa que você diria para John Boehner, se pudesse? Porque voluntários OFA vão entregar pessoalmente todas as suas mensagens diretamente para seu escritório.

Não é realmente o conluio político de processar o presidente que me deixa louco.

O que realmente me carrapatos fora é que os líderes John Boehner e da Câmara estão a gastar tempo (e nosso dinheiro) em um processo de desperdício em vez de fazer algo de bom para o povo americano.

Agora, John Boehner está pessoalmente que estava no caminho do progresso.

Muito disso.

Ele e os líderes da Câmara estão a bloquear uma reforma migratória integral. Eles estão se recusando a fazer investimentos a longo prazo em nossa infra-estrutura de transporte, e não são mesmo considerando um projeto de lei para aumentar o salário mínimo para famílias trabalhadoras. Eles estão impedindo a ação de serem presos sobre a mudança climática. Eles não vão levantar um dedo para ajudar a aliviar o fardo da dívida do empréstimo de estudante, ou reduzir a discriminação contra LGBT americanos.

E não é a primeira vez que vi isso de John Boehner e seus amigos na Casa - lembre-se, quando eles fecharam o governo e desperdiçou centenas de horas tentando revogar Obamacare e tirar cuidados de saúde acessíveis a partir de americanos?

Parece que John Boehner passa por um monte de problemas para manter o trabalho real a partir sendo feito. Isso é algo que frustra um monte de pessoas em todo o país que trabalham duro todos os dias.

É hora ele ouviu de nós. Vamos Speaker Boehner saber o que está em sua mente e dizer-lhe para parar de desperdiçar nosso tempo:
Coloquei no facebook que Copa deveria ser todos os anos e colocaram de 6 em 6 meses e digo com todas as seleções de todos os países sem essa de eliminatória, colocar mulheres para juiz e bandeirinha, pois todos deixaram a deseja, deveria ser anulado o jogo do terceiro lugar foi desastroso a atuação do juiz, acabaram com o estado dos jogadores no primeiro minuto e quem cometer falta grave nunca mais voltará a jogar, seja acidental ou não mantenham-se longe do corpo dos jogadores.

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Edição do dia 11/07/2014
11/07/2014 11h10 - Atualizado em 11/07/2014 11h19

'Tomara que continue', diz Alexandre Garcia sobre redução de acidentes

Acidentes caíram 20% em comparação a junho do ano passado. Comentarista ressalta que apenas apenas em 7% das estradas são BR's.

O número de acidentes nas rodovias federais caiu 20% no mês junho em comparação ao mesmo período do ano passado. A redução de acidentes em um período de Copa e de férias é uma boa notícia.
Mas é bom que a gente lembre que esse é o balanço das BR’s, que são apenas 7% das estradas brasileiras. Mas, tomara que continue assim até o próximo verão, quando entram mais argentinos do que agora estão entrando para a Copa. Em janeiro e fevereiro, a BR-290, no Rio Grande do Sul, fica cheia de carros argentinos com destino à ilha de Santa ‘Catalina’, como eles chamam. Lotam as praias catarinenses e toda semana os jornais trazem notícias de acidentes graves com argentinos, que gostam de apertar o pé no acelerador.
Por terra, eles estão vindo principalmente das cidades de Rosário, Santa Fé, Paraná e até de Córdoba, para festejar a final no Brasil. E nós falamos em invasão dos argentinos, meio por atavismo, pelos séculos em que, realmente, esperávamos a invasão deles. O curioso, nessa final de dois papas, um argentino e um alemão, é que entre os primeiros alemães chegados ao Brasil, eram quase três mil oficiais e praças, foram contratados pelo imperador Pedro I para combater os argentinos. E perdemos, no Passo do Rosário, e o Uruguai consolidou sua independência, para nos derrotar em 1950, no Maracanã.
Agora, os argentinos chegam não como invasores, mas como visitantes bem vindos, que vão ajudar a nossa sofrida economia a faturar. Bem mais que o irônico ‘hermanos’ do futebol, eles são vizinhos por destino geográfico e parceiros importantes pelo Mercosul. Que venham, mas que tirem o pé do fundo acelerador e que fiquem de olho na estrada.

Edição do dia 18/07/2014
18/07/2014 11h43 - Atualizado em 18/07/2014 11h43

Alexandre Garcia: 'Alguém pobre pode subir na vida e ser famoso por estudar'

Depois de quase 30 anos sem estudar, um flanelinha foi aprovado no vestibular para o curso de gestão ambiental da Universidade de Brasília.

Depois de quase 30 anos sem estudar, um flanelinha, em Brasília, foi aprovado no vestibular para o curso de gestão ambiental da Universidade de Brasília.
Ele reagiu às dificuldades da vida. É uma história muito comum no Brasil, uma história bem típica a desse homem. Ele se separou, saiu do Maranhão para tentar a sorte em Brasília e não encontrou emprego fixo. Achou um PM que lhe cedeu um lugar na casa para dormir. Não tem muito contato com seus quatro filhos, aí adotou uma cadelinha e ganha mais de R$ 1 mil por mês cuidando e lavando carros em Planaltina, perto de um campus da Universidade de Brasília.
Insistiu, convenceu o dono de um cursinho a lhe dar um lugar grátis, lia tudo que lhe chegava às mãos, foi ajudado pelo sistema de cotas, mas agora está pronto para fazer o curso superior à noite e continuar trabalhando durante o dia. Está procurando outro trabalho.
Vindo do Maranhão, onde florestas de ipê e mogno são derrubadas, escolheu gestão ambiental, para aproveitar racionalmente a natureza, conservando. Quando jovem, já havia vencido as etapas do fundamental e do médio. E, agora, tem repetido a convicção de que só o conhecimento liberta.
Neste momento, ele é personagem nacional no Bom Dia Brasil e é procurado por câmeras e microfones de repórteres de toda parte. Virou celebridade e, aí, deixa um exemplo e uma esperança para seus semelhantes: alguém pobre pode subir na vida e até ser famoso por estudar.

Edição do dia 21/07/2014
21/07/2014 11h45 - Atualizado em 21/07/2014 11h45

Alexandre Garcia: 'Confusão de fios é resultado de um país desorganizado'

Para comentarista, transmissão de energia elétrica, via aérea, nas cidades está sujeita a ventos, galhos de árvores e, sobretudo, sujeita a gatos.

O emaranhado de fios se multiplicam nos postes de todo o país. Normalmente são cabos de empresas diferentes que ficam presos de qualquer maneira. Até na maior cidade brasileira, São Paulo, poucos pontos têm fios subterrâneos. No caso de eletricidade, um acidente pode provocar uma tragédia. No Rio de Janeiro, os chamados gatos de luz consomem mais de 15 % de todo a energia produzida no estado.
A rede elétrica se transformou em um emaranhado de fios desencapados em uma ameaça aos próprios moradores no Rio, em São Paulo e pelo Brasil afora. Fiação subterrânea que é um parâmetro de desenvolvimento ainda é raridade nesse país grande.
Grande, improvisado, desordenado. Essa confusão de fios é o resultado de um país desorganizado. Transmissão de energia elétrica via aérea dentro de cidades está sujeita a ventos, galhos de árvores, janelas de apartamentos e, sobretudo, sujeita a gatos, esse nome tão comum para furtar eletricidade. E a conta vai acrescida de 17% para os outros.
Como em todas as atividades em que há sonegação de pagamento, vai para o bolso de quem está legal. Quinze por cento de desvio não é pouco, dá o estado do Espírito Santo inteiro de prejuízo.
Na eletricidade, a sonegação de pagamento está exposta nas ruas, nos postes engordados por ligações, que de clandestinas não têm nada, porque estão à vista de todos os que não fecham os olhos. E os fios que transportam energia, sobrecarregados por ligações não previstas, esquentam e ficam a um passo do colapso.
E é muito frequente o acidente vitimando pessoas sem habilitação para mexer na eletricidade. Dá duas mortes por dia, no Brasil. Energia elétrica não é para amadores. E a transmissão urbana de energia elétrica em postes, e mais fios de toda ordem, de todos os serviços, ajuda a deixar feias as cidades, além da possibilidade de furto e, mais ainda, o perigo da alta tensão sobre a cabeça das pessoas.
Edição do dia 22/07/2014
22/07/2014 11h28 - Atualizado em 22/07/2014 11h28

Alexandre Garcia: 'Mínimo que se espera é que ANS encontre respostas'

Levantamento feito pelo Instituto de Defesa do Consumidor mostra que, em alguns casos, reajustes de planos de saúde coletivos passam de 70%.

Nove em cada dez planos de saúde coletivos reajustaram as mensalidades com índices acima da inflação no último ano. O levantamento foi feito pelo Instituto de Defesa do Consumidor e mostra que, em alguns casos, o aumento passa de 70%.
A Agência Nacional de Saúde diz que só controla os reajustes de preços dos planos individuais. Nos planos coletivos, o consumidor virou um híbrido: é indivíduo e é parte de empresa. No plano individual, o reajuste é controlado. No coletivo, o reajuste liberado. Mas, no individual o plano é muito caro. No coletivo, é menos caro. O barato que sai caro.
Por outro lado, na ponta, os médicos reclamam que são mal remunerados e estão cada vez mais caindo fora dos planos de saúde que, por sua vez, alegam que os custos são muito altos e que precisam fazer reajustes, mesmo porque os coletivos têm cada vez mais gente que paga menos que no plano individual.
Nesse intrincado problema de várias incógnitas, o Estado fica quieto. A Constituição diz que saúde é direito de todos, portanto, basta nascer para ter direito aos serviços de saúde. E de quem é o dever: saúde é dever do Estado, diz a Constituição. A origem disso é que, na medida em que o Estado cumpre mal o seu dever, as pessoas buscam soluções fora do Estado e têm que pagar por isso, como acontece com a segurança pública, por exemplo.
Aí, surgem os planos de saúde como negócio. E o Estado, que não cumpre seu dever de saúde, ainda cria uma Agência Nacional de Saúde para os planos de saúde que aliviam as obrigações do governo. O mínimo que se espera agora é que a ANS encontre respostas para todas essas incógnitas.
Cada vez mais, as próprias seguradoras estão limitando a oferta de planos individuais e empurrando os clientes para fazer os planos coletivos, que não tem um reajuste definido pelo governo. Está mais do que na hora da ANS olhar para os direitos dos clientes. E de carência, em carência, o consumidor também fica sem atendimento médico.