quarta-feira, 5 de junho de 2013

Não é reduzir a maioridade para 16 anos e sim que cada pessoa deve responsabilizar-se pelos seus atos a partir de quando nasce não é diferente em outros países. Caso isto seja aprovado vai ficar do mesmo jeito os meliantes envolvendo as crianças para o crime, crianças matando em cada esquina porque nosso dinheiro é só para a Dilma esta patricinha que libera para a bandidagem política, mordomias de parlamentares, manutenção de prédios suntuosos porque ela não vai morar na sua house e evitar gastos desnecessários eles são eleitos só para escravizar o povo na cobrança de impostos agora vem outro patricinho o Aécio Neves com certeza vai ficar tudo como está não muda nada para sobrar dinheiro e investir nas crianças abandonadas e nos pais que não têm nenhuma educação para ensiná-las e encaminhá-las para uma vida que não seja a da internação numa instituição falida, temos que escolher um representante que mude realmente o país que não faça parte de partido e recorrer ao TRE.

Edição do dia 05/06/2013
05/06/2013 09h55 - Atualizado em 05/06/2013 09h55

Alexandre Garcia: 'Vereadores precisam de controle'

De acordo com o comentarista, os vereadores precisam do ponto eletrônico para obrigar horário e presença.

Na verdade, os vereadores não deveriam precisar de controle de ponto. É de se esperar que, sendo os primeiros entre iguais, escolhidos pelo povo para representar a população, sejam, teoricamente, pessoas responsáveis, exemplares, disciplinadas e assíduas em seus deveres de representação popular. Mas isso é o ideal, quase uma utopia.
Ser vereador é o primeiro degrau na escala de uma carreira política. Como tropeçam já no primeiro degrau, precisam de controles, como o ponto, para obrigar horário e presença. Já que se abre a possibilidade de criar municípios, isso vai significar mais Câmaras de Vereadores, mais vereadores, e aí o eleitor e contribuinte tem que pesar o custo e o benefício. Se não melhorar a qualidade daqueles que os partidos escolhem para votarmos, o custo fica mais alto do que o benefício.
No Brasil, até há pouco mais de 50 anos, eles não eram remunerados. Reuniam-se à noite, depois do dia de trabalho em suas tarefas privadas. Só ganhavam a honra de servir seus concidadãos. Serviam fiscalizando o prefeito e seus secretários e discutindo regras locais para preservar o município de problemas, como ocupação ilegal do solo, lixo, barulho e crime. Hoje, a lista de problemas pode começar no livro de presença da Câmara.