quinta-feira, 25 de junho de 2015

Vão casa com mulheres que é melhor.

Alguns dos maiores trabalho no movimento progressivo de hoje está acontecendo em nível estadual.

Lugares como a Califórnia, Washington, e meu estado de origem de Massachusetts levaram a maneira em questões que vão desde a igualdade no casamento para a expansão de oportunidades - e com o nosso novo concurso, OFA está destacando um desses líderes.

Entre agora para uma chance de ganhar uma viagem ao Havaí para você e um convidado.

Nos últimos anos, Hawaii foi avançando sobre as questões, e está servindo como um modelo para o resto do país. Em 2013, o Estado fez a igualdade no casamento uma realidade. E no início deste mês, o governador assinou Ige a mais agressiva meta de energia limpa no país para o direito: 100 por cento de energias renováveis até 2045.

Que tipo de progresso é inspiradora. E esta é uma grande oportunidade de vê-lo de perto.

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25/06/2015 09h45 - Atualizado em 25/06/2015 09h47

É muito mais ‘pop’ aumentar a aposentadoria, diz Miriam Leitão

Comentarista afirma que governo aprova qualquer coisa que chega no Congresso sem fazer conta e sem pensar no dia de amanhã.

Vamos entender melhor as consequências dessa medida. No primeiro momento, o impacto dessa medida é nada. O que o ministro está falando de R$ 9 bilhões é: se estivesse em vigor esse ano, levando-se em conta que dois anos atrás houve um pequeno crescimento, seria R$ 9 bilhões. Quando o país crescer muito o impacto será muito grande. Nos próximos dois anos a gente sabe que não vai ter impacto porque no ano passado o crescimento do Brasil foi 0,1%, ou seja, nada, e esse ano vai ser recessivo. Em um primeiro momento não tem impacto. Mas a gente não pensa na previdência só no primeiro ano ou segundo ano. Previdência é para pensar nas próximas décadas, tem que ter uma visão de longo prazo, que falta à Câmara dos Deputados, pelo visto. O governo e o Congresso não se entendem.
O salário mínimo, desde o Plano Real, que está completando agora 21 anos, aumentou 150% acima da inflação. Houve uma política deliberada dos governos de aumentar o salário mínimo acima da inflação exatamente para recuperar o mínimo das perdas passadas. Se isso foi estendido a todos os aposentados e pensionistas, inclusive os que ganham acima do mínimo, é uma bomba-relógio. A população está vivendo mais e envelhecendo. Tudo isso tem que ser olhado.
O problema é a mistura do governo fraco e o Congresso que aprova qualquer coisa que chega lá sem fazer conta e sem pensar no dia de amanhã, com muitos oportunistas, que veem o próprio interesse e esquecem o interesse do país e do futuro. É muito mais ‘pop’ falar: ‘Olha, aumentei a aposentadoria’. Mas tem que olhar as contas, porque o país tem que pensar nisso nas próximas gerações.
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  • Maria Rocha
    Quem contribuiu 45 anos e tem 50 anos, como fica. Vai penar um pouco PARA RECEBER INTEGRAL, NISTO A APOSENTADORIA COBRE OS ROMBOS.
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  • Renato
    há 4 horas
    Ela somente esquece que milhões de aposentados continuam trabalhando e recolhendo sem direito a usufruir de nenhum beneficio, estas entradas de caixa não contam para ninquem nem para ela
24/06/2015 11h31 - Atualizado em 24/06/2015 11h31

'Segurança pública é dever do Estado', afirma Alexandre Garcia

Segundo comentarista, em países seguros, a população apoia e ajuda o trabalho contra o crime. 'Guerra disfarçada que já vem de anos', diz.

Cada vez mais a tecnologia é importante na denúncia, na investigação. É a população mostrando que medidas simples funcionam.
Essa união que faz a força está na Constituição: o artigo 144 diz que a segurança pública, dever do estado é direito e responsabilidade de todos. É triste constatar, no entanto, que as pessoas estão sendo levadas a essa união pressionadas, acuadas, sitiadas pela presença cada vez mais massacrante, em toda parte do país, do crime e da insegurança pública.
Por instinto e direito de defesa, descobre-se outra utilidade, agora vital, da rede social, na qual ninguém está só. As informações sobre suspeitos e lugares são alertas preciosos para as pessoas se protegerem e também são úteis para a polícia. Até parece uma frente de batalha.
Na verdade, é uma guerra disfarçada que já vem de anos. E se há uma guerra, temos que adotar um lado - o lado da lei, e romper aquela cultura da cumplicidade. É bem típico aquele motorista que vê um guarda rodoviário com radar e vai piscando o farol para prevenir os que estão infringindo a lei.
É uma cultura que mesmo sem sentir se revela, quando chama o colaborador da lei de delator. Nos países seguros, a população é francamente ao lado da lei, ajudando, informando, apoiando o trabalho da lei contra o crime. Aqui no Brasil, às vezes, fica confuso, mas a confusão pode ser esclarecida quando todos os agentes da lei também optarem ficar ao lado da lei e a gente não tenha más notícias sobre a polícia.
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Maria Rocha
Nos EUA quem rouba trabalha na cadeia até quitar roubo e depois que vai preso, vi isto no jornal do Heródoto, que não assisto novela de violência. Gosto de novela produtiva, que emprega as pessoas e cuida delas como dá condições para ela enxergar, no caso. No Brasil prestam depoimento e estão solto não pagam o que levaram. Pode um negócio deste.