segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Que o próximo ministro da educação, seja uma pessoa que venha
fazer um revolução na educação, como passar a mesma para os empresários.
Um ensino atrelado a formação desde o pré. Não tem crianças que
trabalham em novelas, porque as outras não podem trabalhar também. Que
este ministro não seja de partido e sim um grande empresário, tipo Bill
Gates, que vá de fato acabar com a falta de vagas e sorteio para as
pessoas estudarem. Que todas as Universidades sejam particulares, acabar
com as federais que os professsores por serem concursado só vão dá aula
quando querem, mesmo porque são efetivo. Que as creches sejam
Universidade, que o pré seja Universidade, que o ensino fundamental seja
Universidade, acabar com este ensino de teoria, que no caso do curso de
medicina a prática seja no primeiro dia junto aos hospitais
particulares e acabar com gasto de tempo e dinheiro em residência e
prova de OAB em direito.Que demos um salto mortal na próxima avaliação
do PISA. Primeiro lugar
.
As amigas do bancão
— Leandro Mazzini
Conta
boa
fonte do mercado ligada ao BNDES que as grandes empresas amigas e
financiadoras do atual governo engendraram uma triangulação para
ganhar dinheiro sem precisar se endividar com o bancão. Em suma, o
financiamento vira doação. Essas empresas pegam o
empréstimo com o BNDES à vista – com valor bem superior ao que vão usar
numa aquisição – e aplicam o
restante em LTN (Letras do Tesouro Nacional). Como é um título de renda
fixa e retorno garantido mensal, as empresas usam o lucro para
pagar as parcelas do empréstimo ao... BNDES.
Edição do dia 27/01/2014
27/01/2014 09h32
- Atualizado em
27/01/2014 09h32
Alexandre Garcia sobre caos em trem: 'Um ano de dignidade pisoteada'
Em 20 anos, passageiro terá perdido um ano em trânsito, diz comentarista. Marchinha de Carnaval de 60 anos atrás já falava sobre sufoco no transporte.
Quem gasta a média otimista de 1 hora e 22 minutos por dia, em 20 anos, um ano inteiro terá sido perdido em trânsito, que é lugar nenhum; não se está nem casa nem no lugar de trabalho. Um ano de vida com a dignidade pisoteada.
Nem todos tem a mesma sorte de só perder 1 hora e 22 minutos. Tem gente que sai de casa às quatro da manhã para estar no trabalho às 7h30 ou 8h. E volta para casa na mesma escuridão com que saiu.
Uma marchinha de Carnaval, refletindo um argumento usado na época na eleição presidencial, tinha a seguinte letra: "Quatro horas da manhã sai de casa o Zé Marmita, pendurado na porta do trem, Zé Marmita vai e vem”.
A marchinha é de 1953 – mais de 60 anos atrás. Quando o problema já era grave a ponto de merecer a crítica carnavalesca. Sessenta carnavais depois, o país e seus dirigentes não tiveram a capacidade de resolver o problema. Será que um dia vai ser resolvido?
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