"A participação do país aqui nas Nações Unidas poderia ser mais pró-ativa. O mundo está enfrentando a crise mais séria que jamais enfrentou, e é uma grande oportunidade de se criar milhares de empregos e energias renováveis", disse Al Gore.Edição do dia 24/09/2014
24/09/2014 11h07 - Atualizado em 24/09/2014 11h17
Brasil não assina acordo de combate ao desmatamento em reunião da ONU
Acordo foi firmado entre EUA, Canadá e UE. Segundo o Itamaraty, Brasil não foi convidado a participar da elaboração e não pôde fazer modificações.
24/09/2014 11h07 - Atualizado em 24/09/2014 11h17
Brasil não assina acordo de combate ao desmatamento em reunião da ONU
Acordo foi firmado entre EUA, Canadá e UE. Segundo o Itamaraty, Brasil não foi convidado a participar da elaboração e não pôde fazer modificações.
O Brasil ficou de fora do acordo de combate ao desmatamento assinado durante a reunião da ONU sobre o clima, em Nova York.
O acordo foi firmado entre Estados Unidos, Canadá e União Europeia. O texto determina que o desmatamento nesses países seja reduzido à metade até o ano de 2020. E eliminado até 2030.
O Brasil não assinou o documento. Segundo o Itamaraty, porque não foi convidado a participar da elaboração e não pôde fazer modificações.
A presidente Dilma Rousseff participou da Cúpula do Clima. No discurso, ela defendeu a adoção de medidas ambiciosas e equilibradas para que seja reduzida a emissão de gases poluentes. "O Brasil almeja um acordo climático global, que promova o desenvolvimento sustentável. O crescimento das nossas economias é compatível com a redução das emissões", afirmou a presidente Dilma Rousseff.
Em uma entrevista exclusiva, o ex-vice-presidente americano e ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Al Gore, falou sobre a atuação do Brasil na proteção ao Planeta.
"A participação do país aqui nas Nações Unidas poderia ser mais pró-ativa. O mundo está enfrentando a crise mais séria que jamais enfrentou, e é uma grande oportunidade de se criar milhares de empregos e energias renováveis", disse Al Gore.
Pelos corredores das Nações Unidas, circularam os líderes de mais de 120 países que participaram do encontro. Eles não anunciaram nenhum novo tratado sobre o clima, nem era esse o objetivo. O que a ONU queria era facilitar, avançar as negociações, para um grande acordo, que deverá ser definido em Paris no fim do ano que vem.
O acordo foi firmado entre Estados Unidos, Canadá e União Europeia. O texto determina que o desmatamento nesses países seja reduzido à metade até o ano de 2020. E eliminado até 2030.
O Brasil não assinou o documento. Segundo o Itamaraty, porque não foi convidado a participar da elaboração e não pôde fazer modificações.
A presidente Dilma Rousseff participou da Cúpula do Clima. No discurso, ela defendeu a adoção de medidas ambiciosas e equilibradas para que seja reduzida a emissão de gases poluentes. "O Brasil almeja um acordo climático global, que promova o desenvolvimento sustentável. O crescimento das nossas economias é compatível com a redução das emissões", afirmou a presidente Dilma Rousseff.
Em uma entrevista exclusiva, o ex-vice-presidente americano e ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Al Gore, falou sobre a atuação do Brasil na proteção ao Planeta.
"A participação do país aqui nas Nações Unidas poderia ser mais pró-ativa. O mundo está enfrentando a crise mais séria que jamais enfrentou, e é uma grande oportunidade de se criar milhares de empregos e energias renováveis", disse Al Gore.
Pelos corredores das Nações Unidas, circularam os líderes de mais de 120 países que participaram do encontro. Eles não anunciaram nenhum novo tratado sobre o clima, nem era esse o objetivo. O que a ONU queria era facilitar, avançar as negociações, para um grande acordo, que deverá ser definido em Paris no fim do ano que vem.