sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O Ministério da Educação deveria fazer competições diariamente com todos os alunos com mais de 5 anos que estudam no Brasil no valor de um milhão para escolher o melhor em física quânticos, química industrial, medicina, engenharia civil, construção de computador, descoberta de enzimas que curam pessoas que perderam a mobilidade e muitos outros, como incentivo, para que todas as crianças se interessem pelo estudo e que o ensino seja modificado. Dinheiro tem muito só que é repassado sem controle o que impede de termos um país sem miséria e longe do craque. Uma menina estava consumindo craque com o namorado e ficou desesperada quando a droga acabou e tocou fogo no próprio corpo, por acaso a Dilma soube disto, acredito que não deve está ainda empolgada pensando que Obama perdeu tempo em espionar atitude de governo errático ele está de olho no nosso petróleo para ser sócio e acabar de vez com o desemprego nos EUA que a Dilma não faz nada para gerar emprego, só em facilitar a roubalheira.
O Aécio Neves falou na propaganda obrigatória de ontem, 19, que o governador de São Paulo está investindo em ensino profissionalizante, só dá destes que não investem em Universidades e em doutorado. Em Macapá não tem doutorado em nada. Queria especializar-me em língua portuguesa, que constantemente está sofrendo modificação que deixa a desejar, por exemplo, porque não acabar com todos os hifens, deixam alguns para complicar. Não investem porque gera muito dinheiro e nosso dinheiro é prioridade para corrupção e só oferecem o medíocre. Comentou um rapaz na propaganda eleitoral que depois do profissionalizante iria fazer medicina e porque não o curso de medicina atrelado a profissão para não perder tempo. Por que todos o cursos não são profissionalizantes desde quando a criança nasce que aos 18 anos já estarão doutorado exercendo sua profissão e não ainda entrar numa Universidade se conseguir passar no maldito ENEM, que existe porque não investem trilhões em tudo para facilitar e avançar.

Mas que horror pior que não devolvem o nosso dinheiro. Vamos imitar Miqueias.

Edição do dia 20/09/2013
20/09/2013 09h46 - Atualizado em 20/09/2013 09h46

'Na capital, ostentação não é algo incomum', diz Alexandre Garcia

O comentarista de política afirma que, em Brasília, é comum ver carros esportivos mais caros do mundo, mansões e lanchas que custam milhões.

ALEXANDRE GARCIA
Esse luxo exagerado eu magino que deva agredir o brasileiro comum à ostentação. Ostentação sem fonte de renda clara e sem pudor. Mas na capital isso não chama muito a atenção, porque não é algo incomum.
Cruza-se frequentemente nas ruas com esses carros esportivos mais caros do mundo, que custam mais de R$ 2 milhões cada um. Entre as milhares de lanchas do Lago Paranoá, a terceira frota do país, mesmo sem ter mar, uma lancha que custou o equivalente a mais de R$ 5 milhões. Tudo isso daria para erguer um hospital. E mansões, na cidade de palácios públicos e privados. Mansão que abriga um policial aposentado precocemente porque levou um tiro no resgate da filha do empresário e depois senador Luis Estevão, mas não estava incapacitado para participar do mensalão do Dem, no governo Arruda, da capital do país.
Dois delegados da Polícia Civil também estavam envolvidos nessa indústria, a indústria do dinheiro rápido, do ganho rápido, do patrimônio rápido. Uma indústria que só não prospera mais porque ainda existe polícia em Brasília.
Mas, o policial aposentado, réu na operação Caixa de Pandora, continuava trabalhando na mesma indústria. Agora vai ser réu desta operação Miqueias. Miqueias porque ele foi profeta que denunciava em Jerusalém autoridades e ricos rápidos pela ostentação, os ganhos imorais e o crime organizado. E isso foi há 2.700 anos.

Quando irão parar com isso.


Edição do dia 20/09/2013
20/09/2013 09h41 - Atualizado em 20/09/2013 09h41

PF apreende carro de R$ 2 milhões e iate de R$ 5 milhões em operação

Donos são suspeitos de lavagem de dinheiro e desvio de verbas.
Vinte pessoas foram presas na megaoperação desta quinta-feira (19).

Edson Ferraz Brasília, DF
A Polícia Federal e o Ministério Público de Brasília procuram dez pessoas, entre elas, quatro prefeitos, suspeitos de participar de lavar dinheiro e desviar milhões de fundos de pensão.
Nesta quinta-feira (19), 20 pessoas foram presas em uma megaoperação, mas o que chamou atenção foram os bens apreendidos com eles.
A operação foi toda filmada pelo Globocop e parecia um desfile de carros de luxo. Era um comboio de carros apreendidos. Um deles, novo, custa quase R$ 3 milhões. A operação da Polícia Federal revelou que os suspeitos gostam de exibir riquezas.Foi apreendido também um iate avaliado em R$ 5 milhões, para navegar nas águas do Lago Paranoá.
Em Brasília foram apreendidos bens avaliados em R$ 10 milhões e 18 carros de luxo, como um de R$ 2 milhões. Em comboio, os veículos foram levados para a Superintendência da Polícia Federal.
No Lago Paranoá, foi apreendido um iate com duas suítes. Na operação, 350 policiais cumpriram mais de 100 mandados de prisão e de busca e apreensão em nove estados e no Distrito Federal. Vinte pessoas foram presas.
A investigação aponta que um dos responsáveis pelo grupo criminoso é o policial civil aposentado Marcelo Toledo, réu no processo que derrubou o governador José Roberto Arruda. Outro chefe do esquema seria o doleiro Fayed Trabouls. Os dois foram presos na casa deles, mansões no lago sul, região nobre do Distrito Federal.
A quadrilha atuava em duas frentes. Lavava dinheiro de tráfico de drogas, corrupção e peculato usando 30 empresas de fachada. Em um ano e meio, foram R$ 300 milhões. Um outro braço do grupo cooptava prefeitos para aplicar dinheiro dos fundos de pensão municipais em um fundo de investimento criado para dar prejuízos. Em troca, os prefeitos recebiam propina. O desvio foi de R$ 50 milhões.
“Quem ganhava eram os próprios membros da organização criminosa, já que eram eles que geriam também esses fundos de investimento”, explicou a delegada Andréa Pinho.
O advogado de Fayed Trabouls disse que vai entrar com pedido de habeas corpus. Ele foi o único a se manifestar.