sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O Lula quer ser igual ao Bill Clinton para isto tem ser doutorado e não um escolhido pelo povo sem revalida que não fez a revolução na educação. Passou no programa encontro menina de 14 anos sendo mãe e a Fátima aconselhou a ser mais cuidadosa, só que as crianças de hoje nascem com olhos arregalados para o mundo, querem aprender tudo, querem se formar e constituir família aos 10 anos o mundo corre, o Lula e a Dilma pararam no tempo e não querem investir o dinheiro do contribuinte na evolução da humanidade, só querem o bel prazer de quem está no poder. Um menino de 14 anos está concorrendo ao Prêmio Nobel com a física quânticos doutrinado pela mãe que a Dilma deveria convidá-la para lecionar no Brasil. O ensino no Brasil é capenga demais, não temos milhões de Universidades para escolhermos desde criança qual curso iremos nos especializar. Em Macapá não tem especialização em língua portuguesa e resto vocês já sabem só espero que eu não seja a única a clamar por um mundo surrealista.
Passou no jornal nacional que a CGU investigou muitos municípios da região norte por que não no Amapá. É que muitas crianças estão sem estudar e o Alexandre Garcia disse ontem, 01 que sem educação não há salvação. É que o Brasil não avança porque se injeta muito dinheiro no Senado e os parlamentares a curtir nosso dinheiro. Em Macapá vi um prédio de Tributos na Jovino Dinoá quem será o proprietário, necessita-se pagar aluguel com o dinheiro do contribuinte para cobrar tributo não tem espaço no prédio da prefeitura, isto é o novo e falta dinheiro para saneamento e colocar blocos na avenida onde moro. Agora os juízes querem construir mais Tribunais por que não investir em produção. Contrataremos o advogado ou juiz e eles nos atendem a céu aberto, querem explorar o povo. Querem mais Tribunais para serem aprovado em concurso e receberem a bolada e atenderem o povo em ritmo de tartaruga como fazem os parlamentares, tem um processo desde 1999 solicitando indenização, como recebem do mesmo jeito porque irão se preocupar com quem está aguardando receber.