quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Tem sido um alguns dias desde que nós enviamos um lembrete de que o Congresso tem apenas uma semana para passar um orçamento e evitar uma paralisação do governo.
A partir de hoje, eles quase não levantou um dedo para obtê-lo feito, mas o Congresso está tendo tempo para votar em suas prioridades políticas extremas - como defunding Planned Parenthood e restringir os direitos reprodutivos das mulheres.
Vamos ser claros: Estes votos não vão realizar qualquer coisa, exceto para trás mostrar seus pontos de vista sobre a saúde das mulheres.
Este tipo de conluio seria ridículo mesmo se ele não arriscou outra paralisação do governo caro.
Da última vez, o desligamento custar a nossa economia 24000000000 $ - inação do Congresso tem consequências, e não podemos esquecer isso. Nossa economia está a fazer progressos, mas não podemos ter recursos para estes tipos de ferimentos auto-infligidos.
Eles têm mais alguns dias no calendário legislativo deste mês para manter o governo funcionando. É o trabalho deles - e eles devem parar de andar com as suas prioridades políticas extremas e apenas fazê-lo.
Encaminhe este email para seus amigos hoje, e lembrá-los de que o relógio está correndo para o Congresso para obter a sua prioridades.
Votos como estes são frustrante - mas eles são um lembrete de que nós temos que fazer nossas vozes sejam ouvidas. Cabe a nós para prestar atenção e mantenha essas vozes extremas responsável.
- Isnard Carvalhohá 4 horasNesses hospitais públicos os primeiros a morrerem são as pessoas idosas , pois numa UTI a escolha é o mais jovem tem preferencia . Por incrível que pareca é mais justo . Isso é guerra civil causada por corrupção e declínio moral de uma nação.
- Maria Rochahá uma horaOs idosos são os últimos para ela não pagar aposentadoria, tanto é que mudou para aqueles que recebem depois que o titular morre.
- Maria Rochahá uma horaTinha que ser do PT. Tudo do PT. até quando.
Atualizado em
23/09/2015 10h37
Como um hospital de campanha em guerra do século XIX, diz Alexandre sobre hospitais no Brasil
Comentarista analisa recentes casos de caos na saúde pública no país, sobretudo no Distrito Federal. Falta de remédios é um dos problemas.
A médica diz que é assistência de guerra. É como um hospital de
campanha, no front, mas em uma guerra do século XIX, tais os meios de
que dispõem os médicos e as dificuldades com leitos, equipamento,
medicamento, exames.
Nessa terça-feira (22), o Bom Dia Brasil um hospital da capital do país infestado por baratas; em outro grande hospital público de Brasília foram encontrados escorpiões no berçário.
Médicos recorrerem a instrumentos do século XIX para auscultar os pacientes; falta o antibiótico específico e as bactérias se multiplicam.
A emergência do Hospital de Base faz milagres, mas às vezes não. O paciente que caiu do viaduto morreu. O governador que assumiu em janeiro recebeu o caos e prometeu resolver tudo em cem dias. Passaram-se 266 dias e nada. O governador que legou o caos é médico. Agnelo Queiroz, PT, ex-ministro dos Esportes, ao assumir disse que iria ser seu próprio secretário de Saúde.
Deu no que deu. Dois dias antes de sair, tratou de se promover de 20 para 40 horas. Não de trabalho, mas de salário. Agora ganhou uma boquinha. E a saúde pública do Distrito Federal está com um médico a menos. O ex-governador figura entre os 23 mil comissionados, sem concurso, no Governo Federal, lotado no Ministério da Saúde. A saúde que vai mal é no seu sentido bem amplo.
saiba mais
O médico se desesperou porque as condições são desesperadoras. A
solução do bombeiro foi dar voz de prisão por desacato. O médico
esgotado não quer voltar mais, quer sumir, como ele disse. Assim como
mais de 20% dos profissionais de saúde que estão em licença.Nessa terça-feira (22), o Bom Dia Brasil um hospital da capital do país infestado por baratas; em outro grande hospital público de Brasília foram encontrados escorpiões no berçário.
Médicos recorrerem a instrumentos do século XIX para auscultar os pacientes; falta o antibiótico específico e as bactérias se multiplicam.
A emergência do Hospital de Base faz milagres, mas às vezes não. O paciente que caiu do viaduto morreu. O governador que assumiu em janeiro recebeu o caos e prometeu resolver tudo em cem dias. Passaram-se 266 dias e nada. O governador que legou o caos é médico. Agnelo Queiroz, PT, ex-ministro dos Esportes, ao assumir disse que iria ser seu próprio secretário de Saúde.
Deu no que deu. Dois dias antes de sair, tratou de se promover de 20 para 40 horas. Não de trabalho, mas de salário. Agora ganhou uma boquinha. E a saúde pública do Distrito Federal está com um médico a menos. O ex-governador figura entre os 23 mil comissionados, sem concurso, no Governo Federal, lotado no Ministério da Saúde. A saúde que vai mal é no seu sentido bem amplo.
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