sexta-feira, 19 de junho de 2015


19/06/2015 10h04 - Atualizado em 19/06/2015 10h05

Alexandre: 'Educação é uma prioridade, senão país não tem futuro'

Comentarista afirma que explicações só confirmam o atraso com um programa que, teoricamente, seria prioritário.

Vários programas do ministério da educação têm enfrentado problemas este ano. Educação deveria ser prioridade, mas na prática não é o que a gente está vendo. Educação é uma prioridade, senão país não tem futuro. Mas as explicações só confirmam o atraso com um programa que, teoricamente, seria prioritário, ao se levar em conta as manifestações da presidente.
O Joelson, que faz curso de estética e nunca recebeu a bolsa do Pronatec, está recebendo lições práticas de ética, de crer e descrer. A Caroline já percebe o que esperar no país em que nasceu há 17 anos. São lições que vão sendo ensinadas quando a parte do governo não chega.
E como sobrevivem professores e servidores em Alagoas, sem receber por três meses?
O número de jovens que deseja ser preparado para uma profissão vai minguando. No Piauí ou no Paraná, as dificuldades são as mesmas.
E como a necessidade maior é o dinheiro, ainda não houve tempo para avaliar a qualidade, o que é crucial, porque um diploma na mão não garante ao formado o brilhantismo profissional que garante emprego. Formação técnica, profissional, é algo ótimo porque prepara profissionais necessários.
A presidente atribui prioridade ao programa e já garantiu que o ajuste fiscal não resultará em cortes no Pronatec. O que deve estar faltando é uma boa administração do programa, o que é outra aula para os jovens: sem boa administração, mesmo o que é bom em teoria, atrasa e não funciona direito.
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  • Maria Rocha
    Na Alemanha o ensino médio é da alçada dos empresários. Está na hora de emancipar o Brasil. Não contar mais com Presidente do país, que tem comp prioridade o gasto com Ministérios. Depois que foi criado o Ministério das Cidades, todas as cidades do Brasil ficaram a desejar porque o dinheiro ficou todo lá e nós andando nas lamas, correndo o risco de uma contaminação na pele. Vi uma menina vindo da escola com uma sandália rasteira com os pés coberto de lama. que país é esse.
    Edição do dia 19/06/2015
    19/06/2015 10h41 - Atualizado em 19/06/2015 10h41

    ONG doa próteses de plástico fabricadas com impressora 3D

    Missão do grupo é fabricar próteses de plástico e fazer com que elas cheguem a quem precisa. No Brasil, 20 pessoas já receberam essa doação.

    Agora um exemplo de solidariedade que está ajudando quem precisa de uma prótese. Voluntários de uma ONG internacional fabricam os equipamentos de plástico com uma impressora em 3D. No Brasil, 20 pessoas já receberam a doação.
    O sorriso é de quem está redescobrindo a vida aos nove anos. Ana Luísa nasceu sem um dos braços. Mas ganhou um novo, de plástico. Brincar de boneca, de bicicleta. Agora ela está craque. “Agora eu consigo pegar direito as coisas. Eu ganhei minha mão, finalmente. Eu estava esperando por esse dia há tanto tempo”, diz Ana Luisa, de 9 anos.
    E olha que é só a fase de adaptação. Ela recebeu a prótese há menos de um mês. “Ela está bem criativa, ela quer descobrir coisas novas, tudo ela quer mexer com a mão”, diz Bruna Negrini, mãe da Ana Luísa.
    O advogado Paulo Renato perdeu quatro dedos quando trabalhava em uma máquina de ração. Se hoje o advogado do interior de São Paulo toca violão e teclado é por causa das próteses. “Você poder abrir, poder fechar uma porta, você poder fixar a faca junto com o gafo, poder comer como todo mundo te traz uma alegria, um sentimento que não tem explicação", conta.
    O Paulo Renato, a Ana Luísa e outras centenas de pessoas no mundo já ganharam a prótese. O Filipe faz parte de uma rede de voluntários que estão espalhados pelo mundo. A missão deles é fabricar essas próteses de plástico e fazer com que elas cheguem a quem precisa. No Brasil, 20 pessoas já receberam essa doação.
    As próteses são feitas na casa dele, em uma impressora 3D. Os modelos são padronizados pela ONG americana que criou o projeto. Com fios de plástico, a impressora dá forma às peças que vão montar a prótese. Em meia hora, um dedo fica pronto. A vantagem é o preço: R$ 500, incluindo o material importado e a energia elétrica.
    Uma prótese convencional pode custar R$ 100 mil. Por enquanto, os voluntários estão arcando com os custos. Filipe já tinha a impressora 3d quando conheceu o projeto e quis ajudar. “Eu sempre tive interesse em construir dispositivos de auxílio humano. Eu entrei em contato com eles e comecei a ajudá-los”, diz Filipe Wiltgen, voluntário.
    No Brasil, a ONG tem 10 voluntários. Quatro são fabricantes, como o Filipe. “É uma emoção muito grande entregar um dispositivo para uma criança e a criança já sair usando e a gente vê como é fácil a gente ajudar os outros. Como é simples ajudar os outros. Basta a gente querer e começar”, conclui o voluntário.
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    • Maria Rocha
      Se os parlamentares fizessem isto.
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    • Dieiso Pranzl
      há 4 horas
      Alguem sabe o contato dessa ong?
  • Alexandre Coelho
    há 4 horas
    Deveria ter sido divulgado na reportagem o nome da ONG para quem quiser ajudar....