sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Barbárie é a Dilma deixá-los sem ocupação.


Edição do dia 01/11/2013
01/11/2013 10h42 - Atualizado em 01/11/2013 10h42

Alexandre Garcia: 'Após 4 meses, é louvável medida para conter terror'

Para comentarista, governo deveria ter agido logo após primeira depredação.
Mascarados seguem quebrando, saqueando e incendiando impunemente.

É urgente e louvável que as autoridades adotem medidas para interromper o terror que está sendo imposto às ruas brasileiras. O que se tem visto são mascarados destruindo, saqueando, incendiando – impunemente.
Por que a demora de uma reunião que deveria ter sido feita no day after de junho. Os mascarados já destroem há quatro meses e afastaram das ruas os cidadãos que portavam cartazes como “Povo passivo. Corrupção ativa”.
A reunião teria sido para repetir o óbvio: que é dever do estado proteger o patrimônio público e privado contra depredações e saques. Não é essa a função normal, rotineira da polícia?
E não têm anunciado há anos as autoridades que as polícia trabalham integradas na troca de informações de inteligência para monitorar ações criminosas?
Esta semana, a presidente usou a palavra “barbárie” para as violências nas ruas. E o ministro chefe da Secretaria Geral da Presidência classificou os depredadores como “movimento social, que precisa ser compreendido e com o qual é preciso dialogar” – um diálogo que os mascarados não aceitam.
A pesquisa mostra que a população não aceita a violência. Parece que a questão, afinal, está na falta de decisão: a autoridade mostrar de que lado está, entre a garantia constitucional do direito de reunião e a obrigação do estado de usar a força, se necessário, para impedir a violência.
É melhor a gente distinguir bem força e violência. Força é monopólio do estado e da polícia; violência é o que está sendo feito nas ruas.
A Dilma taxou de barbárie a ação dos mascarados, como eles não têm ocupação, então resolveram chamar atenção para que lhes seja dado o que a Dilma dá para o Mercadante e para todos que estão ocupando cargo de ministro e falta para geração de emprego para estes rebelado, só ela não ver isto e determina que seja castigado com penas mais severas. De que adianta penalizá-los se o problema veemente é falta de um bom emprego, de uma Universidade de formação e emprego para todos e não só para quem faz parte de partido. O que um juiz, um ministro, um chefe não sei do que que ocupa cargo sem necessidade ganham daria para empregar muitos com os mesmos requisitos que hoje estão DESEMPREGADO. É a história do pior cego.
Sobre o que foi postado hoje,01, no bomdiabrasil é que os mascarados não têm ocupação. Este governo não gera emprego então eles só têm um jeito de se considerar empregado sem remuneração, destruir o que deveria ser empregado não em construção de prédios que leva nosso dinheiro em manutenção, como por exemplo o Fórum, a manutenção dquele prédio suntuoso deveria não ter sido feito e sim com este dinheiro gerado emprego e as audiência feito em lugares reservado onde ninguém soubesse o nome do juiz para que não sofra represália. Quantos não foram mortos porque os réus sentiram-se ofendido e mandaram executá-los.
Bolsa família é um fracasso porque não contempla a todas as crianças e o valor ser irrisório que não é o suficiente para uma pessoa se alimentar, comprar cartolina que os professores do Brasil só sabem colocar as crianças para rabiscar, ensiná-las física, química, biologia, matematica e português não fazem porque não sabem e o sistema é arcaico e não evolui, colocam ministro que não sabe nem porque fica em pé de tão retrógrado. As disciplinas propriamente ditas são essenciais para que elas se formem em medicina, engenharia civil, advocacia, robótica, física quântico.