quarta-feira, 4 de junho de 2014

Organização para a açãoamigo -Esta é uma grande semana na luta contra as alterações climáticas - O presidente Obama anunciou uma proposta para reduzir a poluição de carbono de usinas existentes de 30 por cento em 2030.Hoje à noite , os apoiantes OFA têm uma oportunidade especial para aprender mais sobre o plano climático do presidente Obama significa - de alguém que trabalhou para ajudar a criar isso.Junte-se a nossa chamada política de hoje à noite às 8:00 pm Hora do Leste com Rohan Patel, um assistente especial do presidente, que estará à disposição para falar sobre os novos padrões de poluição de carbono EPA.O plano do presidente Obama é a "ação mais forte já tomada por um presidente norte-americano para combater as alterações climáticas", de acordo com o New York Times.Mas isso não significa que não haverá uma luta sobre ele - longe disso .Poluidores e interesses especiais têm vindo a preparar para esta proposta, e eles já estão fazendo alegações selvagens sobre ele. Eles têm os bolsos cheios e um grande interesse em parar qualquer esforço para escalar para trás a poluição de carbono.Se queremos garantir esta ação sobre a mudança climática , temos que estar prontos para lutar por ela.Chamada de hoje à noite com Rohan Patel é um grande primeiro passo para saber mais sobre o plano do presidente e como você pode se envolver - RSVP de agora :http://my.barackobama.com/Carbon-Pollution-Standards-Call
O Chico Pinheiro comentou porque não devolvem o dinheiro e eu digo a Dilma com este novo decreto estimulou a corrupção, por isto que os mensaleiros surgiram de vento em polpa e devolução do que nos levou não decreta. Tem algo errado como o Chico frisou no final da reportagem.

de SP. O documento foi expedido pela Vara de Execuções Criminais de Taubaté, com base num novo decreto da presidente Dilma Rousseff. Bomdiabrasil de hoje,03/junho/2014


segunda-feira, 2 de junho de 2014


Brasil, EUA e as omissões da mídia

Por Emílio Carlos Rodriguez Lopez, no blog Viomundo:


Estamos no sexto ano da maior crise do capitalismo mundial, só comparável à de 1929.

Nesse período, o mundo perdeu - e ainda não recuperou! - 65 milhões de postos de trabalho, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), até o final de 2013.

Enquanto isso o Brasil conseguiu criar mais de 11 milhões de empregos na economia formal.

Aqui, vale relembrar que a economia informal é quase do mesmo tamanho que a formal. Esse indicador pode ajudar a explicar por que, mesmo com crescimento menor do que a média dos últimos anos, ainda há um sentimento de razoável conforto econômico por parte da população.

No final de abril, o jornal Estado de S. Paulo publicou uma longa matéria sobre a crise nos Estados Unidos, apontando que, pós-crise, em média, eles cresceram 1,8%, por ano e ainda não conseguiram voltar o nível de emprego anterior a 2008.

Já o Brasil, desde a crise, cresceu 3,1%, em média, ao ano.

Essa matéria do Estadão, diga-se de passagem, é raridade na grande imprensa brasileira.

Explico. No Brasil, a crise mundial quase sumiu do noticiário, que, atualmente, só se dedica a divulgar os problemas internos, aquilo que foi definido como guerra de expectativas ou terrorismo econômico.

Lembro um dado conjuntural: a economia americana neste trimestre se retraiu em 1% e a brasileira cresceu 0,2%.



Em meados de abril, na apresentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias- LDO de 2015, do governo federal, a ministra do planejamento, Miriam Belchior, apontou que o Brasil teve boa recuperação econômica comparada a outros países. Ficamos mais de 10% à frente dos Estados Unidos e a Europa ainda não se recuperou da crise de 2008.

Detalhe: a revisão do PIB de 2013 mostrou que crescimento foi maior ao anunciado anteriormente; foi de 2,3% para 2,5%



Um dos fatores que alimentaram a crise de 2008 é que mais de um trilhão de dólares de dinheiro fictício, operado pelo mercado financeiro, “evaporaram”. E isso tem impactado o crescimento da economia mundial e brasileira.

Para enfrentar a crise de 2008, o governo federal optou por aumentar recursos para o BNDES e outros bancos públicos com o objetivo de o crédito ajudar a produção, o consumo e segurar os postos de trabalho.

Este talvez seja o grande nó do embate hoje.

O grupo de economistas neoliberais, que estava no governo FHC e agora comanda as propostas de campanha de Aécio Neves, defende a implantação da política de “austeridade” no Brasil.

O objetivo é provocar uma recessão, como ocorre na Europa, que gera desemprego e reduz salário dos trabalhadores. Em consequência, poderá reduzir ao máximo políticas como o PAC, Minha Casa, Minha Vida.

Ou seja, risco de retorno das políticas de redução do tamanho do Estado que costumam proteger os ricos e jogar nas costas do trabalhador os custos da crise econômica.

Essa política provoca graves efeitos colaterais, já que promove a corrosão das bases da democracia e gera o crescimento de movimentos de cunho fascista ou neonazista, como os que assistimos na Europa.

Recentemente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, num debate a respeito da propaganda política do PT sobre o perigo de uma voltada ao passado, afirmou que o PT também é o passado.

O debate não é sobre o passado, pois todos sabem que a crise de 2008 representou um grande questionamento do pensamento único neoliberal.

Fernando Henrique deveria lembrar que olhar para trás e entender o passado é fundamental para pensar o presente e projetar o futuro.

Nesse sentido, o debate político começa com as declarações do presidencial Aécio Neves (PSDB), que deseja implantar “medidas impopulares” em seu hipotético governo.

Desse modo, o que estará em jogo nas eleições de 2014 é quem deve pagar as contas da crise mundial.

Faremos como dirigentes europeus, que preferiram a recessão e o alto desemprego e agora colhem o crescimento da extrema direita, do racismo e da xenofobia?

A resposta a esta questão virá em outubro, quando o povo escolher o(a) novo(a) presidente(a).

A China, que hoje rivaliza com Estados Unidos, era igual ao Brasil, há 40 anos, mas investiu no conhecimento, na educação, e deu o salto que deu a Coreia, depois de arrasada por guerra. A Educação é onde se assentam a Saúde, a Segurança, o cumprimento das leis, o voto consciente, o trabalho qualificado e a consequente prosperidade. Educação dá passado, presente e futuro. E uma coisa muito séria, não é recreio.

Edição do dia 04/06/2014
04/06/2014 10h55 - Atualizado em 04/06/2014 10h55

'Educação dá passado, presente e futuro', diz Alexandre Garcia

Comentarista destaca a importância da educação para resistir a crises econômicas e políticas. Coreia do Sul e Chile são alguns dos exemplos.

É muito bom ter dinheiro para a educação, ela ser prioridade no papel, mas a qualidade do resultado deixa a gente boquiaberto. No Brasil, a mais óbvia das prioridades, a base de tudo, precisa ser escrita em uma lei para parecer prioridade.
O óbvio ululante, como alfabetizar todo brasileiro e valorizar os professores, fica bem escrito no papel, na nossa cultura que valoriza mais as palavras que as ações.
Em relação a Chile, Uruguai e Argentina, só para citar próximos, estamos tentando fazer o que eles fizeram há 150 anos: uma revolução na educação, que lhes deu a base para resistir a crises políticas e econômicas. Aqui, ainda falta fazer essa revolução. E como demora.
Até parece que nossas lideranças temem que o conhecimento e o consequente discernimento se democratize, porque liberta dos cabrestos e dos clientelismos. O próprio projeto demorou: tramita desde 2010 e prevê chegar a 10% do PIB para educação até 2024, mas ninguém vai ser punido se as metas não forem atingidas.
A China, que hoje rivaliza com Estados Unidos, era igual ao Brasil, há 40 anos, mas investiu no conhecimento, na educação, e deu o salto que deu a Coreia, depois de arrasada por guerra.
A Educação é onde se assentam a Saúde, a Segurança, o cumprimento das leis, o voto consciente, o trabalho qualificado e a consequente prosperidade. Educação dá passado, presente e futuro. E uma coisa muito séria, não é recreio.