segunda-feira, 9 de junho de 2014

Sobre o último parágrafo tenho a acrescentar que estamos num século onde os policiais ainda usam armas para nos assassinar. Hoje,9, outro por engano foi morto e a Dilma assiste isto e não injeta dinheiro para apenas mobilizar as pessoas suspeitas e não desejar a morte. A Dilma nos assassina colocando policiais com armas letais. Temos que fazer como Deus quer que busquemos as almas perdidas e não eliminá-las. Falta amor ao próximo nesta Dilma.

Edição do dia 09/06/2014
09/06/2014 09h38 - Atualizado em 09/06/2014 09h38

'Copa foi o pretexto e a oportunidade para melhorias', diz Alexandre Garcia

Comentarista lembra que muitas obras não foram acabadas para a Copa, mas são necessárias para o país a longo prazo.

Muitas obras vão ficar prontas só depois da Copa. Mesmo assim houve alguns avanços. E qual o legado que essa Copa começa trazendo para o Brasil?
É bom a gente lembrar que os países que sediam grandes eventos esportivos mundiais de modo geral aproveitam a oportunidade para mostrar algo bem além do esporte. Foi a força política de Putin, há pouco, nos Jogos de Inverno na Rússia; a África do Sul a mostrar que um país africano pode ter êxito em um evento mundial; a Alemanha aproveitou a Copa para compensar as tragédias de Hitler; os Estados Unidos mostraram que o país é capaz até de realizar a festa de um esporte que lá não é popular; a China mostrou sua força nos Jogos de Pequim; o Japão inaugurou o trem-bala nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964.
Não conseguimos inaugurar o nosso, 50 anos depois, mas reformamos nossos aeroportos - na prática refizemos nossos aeroportos privatizados - e realizamos algumas obras viárias, como pistas de BRT. Nada que fosse necessário só para Copa, é necessário para o país.
A Copa foi o pretexto, mais do que isso, a oportunidade de realizar melhorias na mobilidade urbana, na saúde, na segurança pública - uma oportunidade que poderia ter sido mais aproveitada. Tivemos sete anos para isso e muita coisa vai ficar para depois.
A necessidade de dar segurança para a Copa vai deixar as forças policiais muito bem equipadas para combater o crescente crime no país, e não vão ter desculpa depois.
Edição do dia 06/06/2014
06/06/2014 10h39 - Atualizado em 06/06/2014 10h39

Alexandre Garcia: 'O que os olhos não veem o corpo depois pode sentir'

Comentarista lembra que avaliação da Anvisa testou condições sanitárias de restaurantes que quiseram participar. 'É um sinal', afirma.

Falta muito para melhorar, e os clientes pagam tão caro para passar mal. Não é o luxo que foi avaliado, foram as condições sanitárias. Isso é uma amostragem de adesão opcional e os estabelecimentos sabiam quais seriam as exigências da Anvisa, mas já é um sinal.
O A é de excelência; o C ainda é aceitável em condições sanitárias, diz a Anvisa. O levantamento piloto vai ser avaliado em agosto, quando a associação dos restaurantes e a Anvisa se juntam em um encontro nacional.
Nossos principais visitantes na Copa - americanos, alemães e ingleses - já receberam recomendações para evitar comida de rua e, em casos de peixe, carne, ovos e vegetais, só aceitar pratos bem cozidos e ainda quentes.
Muitas vezes a cozinha não está à vista. Por isso é importante essa amostragem da vigilância. O que os olhos não vêem o corpo depois pode sentir. A segunda doença mais relatada por americanos no Brasil, segundo lista das autoridades de lá, é infecção intestinal e diarreia.
A avaliação foi feita também em 11 aeroportos. Apenas três agraciados com 100% de categoria A: os de Curitiba, Cuiabá e Confins, em Belo Horizonte. Guarulhos teve 79% de A. Galeão, no Rio, e Salgado Filho, em Porto Alegre, com pouco A, ao redor de 5%. Em Salvador, o aeroporto ganhou 26% de A, mas a cidade, estranhamente, não teve a avaliação. Antes disso, já se sabia que nos aeroportos, a principal queixa é com o preço da comida.