quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Acontece metido a sabichão é que tem outras maneiras de se obter energia sem deixar o povo morrer de sede são as renováveis e a Dilma não tem cacife para isto.


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Marina fala do que não entende

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Marina Silva entrou na campanha batendo em Dilma Rousseff. Em sua primeira entrevista depois que o PSB oficializou a candidatura, ela foi para cima da presidente:

“É lamentável que tenhamos desde 2002 a ameaça de apagão. Eu digo lamentável porque nós temos há 12 anos a mesma pessoa à frente da política energética do nosso país, inicialmente como ministra (de Minas e Energia), depois como chefe da Casa Civil e agora como presidente da República”.

Compreensivelmente em busca de espaço na campanha, Marina mostrou-se desatualizada em matéria de fantasmas criados pela oposição para tentar colocar o governo na defensiva.

O “apagão” foi uma miragem que veio depois do fantasma da hiper-inflação e antes da Copa que não ia acontecer. Era simples factoide, destinado a criar uma ambiente de pessimismo artificial, num país que está longe, muito longe, de ser uma nação sem problemas - mas onde se vive o mais baixo desemprego da história, onde os mais pobres realizaram conquistas inegáveis, inclusive na instalação de luz elétrica, que hoje só não atinge absolutamente 100% de todas as residências porque sempre haverão aqueles lugares perdidos e distantes num país imenso.

O que se procurava, com o fantasma número 2, era nivelar a gestão Lula-Dilma com o governo FHC no qual ocorreram, efetivamente, o governo foi obrigado a organizar um racionamento de energia, produto de uma visão política que não compreendia a necessidade do Brasil crescer e não tomou, é claro, as providências que tornariam isso possível.

O desagradável, no caso, é que a crítica de Marina ajuda a encobrir seu próprio papel nessa história. Como ministra do Meio ambiente, ela fez o possível para atrapalhar o esforço legítimo do governo Lula para garantir o suprimento de energia que permite a uma pessoa assistir TV, tomar banho quente, ligar o computador e até ler um livro à noite - ter acesso a civilização, enfim.
Se é possível apontar falha de projeto aqui, uma decisão errada ali na atuação de qualquer autoridade, em qualquer época, a atuação de Marina leva a outro balanço no campo de energia. Consistiu em impedir investimentos que iriam ajudar os brasileiros pobres, desamparados, a vencer atrasos históricos.
Apoiada numa visão excludente do meio ambiente, pela qual o progresso social pode ser sacrificado em nome da preservação ambiental, sua passagem de cinco anos pelo ministério do Meio Ambiente foi orientada em grande medida para combater a construção de hidrelétricas importantes, responsáveis pela energia mais limpa que se conhece. Se a obras não foram impedidas, foi porque ela não tinha força para isso. Não era apoiada pela maioria dos ministros nem por Lula. Mas Marina fez o possível para atrasar projetos, adiar licitações. Derrotada nas questões de mérito, dava espaço para entreves burocráticos. Jogou duro contra Santo Antônio que, ao lado de Jirau, elevou em 10% o potencial energético do país.
Terceira maior usina do mundo, construída após demoradas negociações e inúmeras concessões ambientais, que reduziram em larga medida seu potencial energético original, Belo Monte, terceira maior usina do mundo, só pode seguir em bom ritmo depois que ela deixou do governo. Nunca deixou de fazer uma campanha permanente contra a construção de Angra 3 e de outras usinas nucleares, principal fonte de energia em países cujo padrão de vida são exemplo para o mundo, como França e Alemanha.

Sete anos depois de deixar o governo Lula, Marina quer mais energia. Em vez de cobrar, seria mais honesto fazer uma autocrítica, certo?


Eu quero tentar algo um pouco diferente.

Notícias sobre a economia ultimamente tem sido boa - temos visto o crescimento do emprego no primeiro semestre deste ano, ao contrário de qualquer coisa, desde a década de 1990. Isso é um progresso incrível, mas há mais a fazer para garantir que a economia funcione para todos os americanos.

É hora de o Congresso fazer a sua parte.

O que você acha que é a coisa mais importante que o Congresso pode fazer agora para ajudar? Faça o nosso rápida, um pergunta da enquete de hoje.

Ao longo de 53 meses consecutivos de crescimento do emprego, nós adicionamos quase 10 milhões de empregos no setor privado para a economia - e só no mês passado, mais de 4,5 milhões de postos de trabalho foram publicadas - que é uma alta de 13 anos. Whoa.

Construção de nova casa é de mais de 15 por cento para um período de oito meses de alta, também. Claro, tudo isso é motivo para se sentir bem que a economia está no caminho certo. Mas precisamos de o Congresso a fazer a sua parte quando voltar do recesso para ajudar a manter este ritmo.

É por isso que não podemos descansar sobre os louros.

Há muitas maneiras de os legisladores em Washington pode ter um impacto real: o aumento do salário mínimo, garantindo a igualdade de remuneração entre homens e manter a dívida do empréstimo de estudante de espiral fora de controle são um bom lugar para começar.

Conte-nos: o que mais importa para você? E o que você acha que poderia ajudar mais?

-http://my.barackobama.com/One-Pergunta Poll-on-the-Economia