sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

 

Boechat: Maria Betânia capturou o sentimento da maioria dos brasileiros

Nesta sexta-feira, Ricardo Boechat comenta a entrevista de Maria Betânia a uma revista, onde afirmou estar com pena do Brasil. Para o apresentador, o que ela disse representa o sentimento de grande parte dos brasileiros. Boechat comenta também mais duas denúncias de delação premiada.
Mas se se inscrever depois poderia também valer, pois quem conclui o ensino médio está apto a ingressar nas universidades, porém a Dilma inventou ENEM para justificar a falta de universidades. Se o ensino médio não serve para nada como provou menino com 14 anos calouro de medicina e ele não mora na Coreia, então seria melhor atrelá-lo ao fundamental, com formação e da alçada dos empresários como na Alemanha. Por que só no Brasil há obstáculo e tudo tem que ser público. Brasil...
Ver mais

Comentarista aborda
13/02/2015 09h06 - Atualizado em 13/02/2015 09h48
Até 1º de abril, financiamento vale para quem zerar redação.
FACEBOOK
Indecisão na educação é uma rima e não é uma solução. Um limite aleatório de reajuste, manteve milhares de alunos na expectativa, ou mais, na indecisão. Indecisão do Ministério da Educação que deixou na indecisão também alunos e faculdades. Será essa a pátria educadora? Enfim, depois do carnaval estará removido o bloqueio, começam as inscrições, com limite de reajuste igual à inflação do ano passado.
Mas com regras diferentes: em abril abre-se uma mudança na regra, se o aluno estiver entre os 500 mil que tiraram zero na redação, ou não estiver abaixo de 450 pontos em 1 mil, não terá direito ao financiamento. Mas, se se inscrever antes da marcante data de 1º de abril, aí vale tudo: zero em redação ou menos de 450 pontos no Enem. Financiam-se o zero e a mediocridade.
Numa simples questão de financiar ou não o aluno que precisa de ajuda para pagar faculdade particular já aparecem os indícios de que fica difícil alcançar um nível que não nos deixe para trás num mundo que avança.
No país imprevisível, talvez tenha algo bom, talvez o estudante esteja sendo ensinado a sobreviver com as surpresas. Um estudante americano ou um europeu, que sabe o que vai acontecer e com que poderá contar até a formatura, não sobreviveria na pátria da indecisão.