quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014


Prefeito doou R$ 3,1 milhões para time que dirige
— Leandro Mazzini
Uma prova de que mandatários e cartolas tabelam no gramado com jogadas suspeitas. O então prefeito de Nova Serrana (MG) em 2011, Paulo César Freitas (PDT), avalizou doação de R$ 3,1 milhões para o Nacional Futebol Clube, cujo grande ‘incentivador’ é o amigo, aliado e senador Zezé Perrella (PDT-MG). O convênio, não divulgado e sem aval da Câmara de Vereadores, autorizou repasses mensais dos cofres públicos para o clube que hoje tem como presidente de honra e mandachuva o próprio Paulo César.
No Amapá um foi ferido e como não adianta só mais médicos tem que haver mais hospitais de primeiro mundo, mas só tem dinheiro para mordomia da Dilma, hospedagem no melhor hotel em Londres e o pior manda demitir e devolver dinheiro pago aos funcionários que aumentava a folha no município de Macapá, tudo porque Randolfe Rodrigues vem como candidato e quer prejudicar o povo em prol da segurança da sua reeleição por que não colocá-los em outro local, foi promessa de campanha do atual prefeito, não demitir ninguém. A Dilma gostaria de ser mais um destes, nem-nem, não trabalham nem estudam. Por que não colocar todos os nem-nem nos órgãos do governo sem concurso, que depois por não terem o que fazer irão nos matar, nunca matam a Dilma porque sabem que serão preso até cumprir pena, enquanto se matarem um de nós amanhã estarão livres. Foi o que aconteceu com o governador de São Paulo, quando perceberam quem era fugiram, em vez de dizerem estamos nesta profissão porque só empregam burguês.

Todos avisaram a esta Dilma que não adiantava só mais médicos e sim estrutura também. No Amapá um foi ferido e veio a óbito porque não há hospitais de primeiro mundo em cada canto do país, só tem dinheiro para comitiva curtir bons hóteis em Londres e fazer papel de besta em Davos. Cadê que esta conferência trouxe mais hospitais para o povo, o que restou mortes a cada instante. Alexandre Garcia :


Edição do dia 05/02/2014
05/02/2014 08h47 - Atualizado em 05/02/2014 08h47

'São necessários mais mamógrafos', diz Alexandre Garcia

Além de mais médicos, há necessidade de mais aparelhos de mamografia, segundo comentarista. Mamógrafos estão sucateados nos hospitais públicos.

Falta mamógrafo, sim, até nas regiões que têm 44% dos mamógrafos, no Sul e no Sudeste. Mas ano de eleição faz milagre. Aqui no Distrito Federal já está chegando a quarta carreta com mamógrafo de excelência, e fazendo mamografia em quem quiser fazer.
Nos hospitais públicos, com mamógrafos sucateados, se aplica uma regra do Ministério da Saúde: mamografia só entre os 50 e os 70 anos. Como ouvimos, o recomendado é mamografia anual a partir dos 40 anos ou antes, se houver histórico de câncer na família.
Os médicos se preocupam com o baixo número de mulheres que procuram o exame, talvez pelas dificuldades crônicas do sistema público, a falta de mamógrafos, a má qualidade desses aparelhos e a longa espera para fazer o exame.
Também há o medo de encontrar alguma coisa, e isso mantém muita gente distante do exame, que é necessário. Mas estamos falando de São Paulo, da capital do país, onde a situação pode ser ruim, mas não é a pior. Brasília é uma amostra do que acontece nas regiões mais abandonadas pela saúde pública.
Mulheres vindas do Nordeste que procuram os hospitais públicos de Brasília já chegam em estado terminal de câncer no seio, restando apenas aplicar paliativos. Além de mais médicos, são necessários mais mamógrafos.