segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
A Dilma tem de repassar dinheiro para que todos os estados contratem os nem-nem para fazerem carreira, sem precisar de concurso. O Estado contrataria para todos os cargos, quem for com o de salário mínimo, depois que concluir o ensino fundamental teria ascensão, de modo que todos tivessem emprego já que na iniciativa privada não comporta todos e como gasta-se demais em mordomias, viagem com comitiva, melhores hotéis em Londres, diminuiria o salário e extra do Presidente do Brasil para que não tenha dinheiro para o luxo e sim viver como vivem os demais povos no Brasil inclusive os haitianos, que estão precisando de nossa ajuda e ela esbanjando oh que tudo que toques vire ouro para ajudar o povo que mora no Brasil e fora dele e nunca mais saberem o que é uma fome.
Edição do dia 03/02/2014
03/02/2014 10h32 - Atualizado em 03/02/2014 10h32
'População está acuada e com medo', diz Alexandre Garcia sobre crise no DF
'Há anos que o DF tem mais homicídios que a Itália', ressalta comentarista.
Crimes que ficavam na periferia chegaram ao coração da capital do país.
A Justiça considerou ilegal mas os líderes do movimento dizem que vão continuar, até que o governador cumpra as promessas salariais de campanha em relação à PM e bombeiros.
A Ana perguntou há pouco o que mudou para a população. Pois eu vou dizer o que mudou já muitos anos antes dessa Operação Tartaruga: as pessoas se trancam em casa, atrás das grades, como os comerciantes, com fechaduras extras, câmeras, contratos com empresas de segurança, que estão ganhando um dinheirão por falta da segurança que é dever do Estado, que é beneficiário de uma altíssima carga tributária.
Eu testemunhei essa evolução às avessas, desde o tempo em que o carro e a casa ficavam abertos. Mas veio o inchaço desordenado, com invasões que se consolidaram com a omissão, com a cumplicidade de governos. E nunca isso recebeu solução e acabou desencadeando o crime.
Assaltos e homicídios, que se concentravam na periferia, agora transbordaram para o coração da capital do país, o chamado Plano Piloto, Lago Sul.
Há anos que o Distrito Federal tem mais homicídios que a Itália inteira. E não se soube dar solução para isso. Agora fica pior, com esse embate entre cumprir promessas de campanha versus parar com Operação Tartaruga. E entre os dois, está a população, eleitora e contribuinte, acuada e com medo.
Tanta dente passando fome e estes representantes abusando do nosso dinheiro. Até quando iremos aturar isto.
Edição do dia 03/02/2014
03/02/2014 10h01 - Atualizado em 03/02/2014 10h01
Mesmo com casa própria, deputados passam a ter auxílio-moradia em GO
Decreto concedeu aos deputados estaduais benefício de R$ 2.850. Valor é somado a salário de R$ 20.042 e aos R$ 63 mil mensais de gabinete.
Um novo decreto concedeu aos deputados estaduais de Goiás o direito a auxílio-moradia. Só que a maioria deles já tem casa própria em Goiânia. E mesmo assim, a maioria não abriu mão do benefício.
R$ 20.042. É o que ganha um deputado estadual. Além do salário, cada um ainda tem direito a R$ 63 mil por mês para manter o mandato e pagar assessores. Com a aprovação do auxílio-moradia serão mais R$ 2.850.
O auxílio-moradia é para ajudar os deputados que tem base eleitoral no interior do estado e precisam estar na capital para frequentar a Assembleia Legislativa, mas a maioria deles tem casa própria em Goiânia.
Por lei, eles poderiam abrir mão do benefício. Mas apenas 17 dos 41 parlamentares recusaram o dinheiro.
Os deputados não precisam prestar contas do que fazem com o dinheiro do auxílio-moradia.
Para a OAB, o pagamento é inconstitucional. “Poderia estar configurando um duplo salário”, afirma Sérgio Leão, da Ordem dos Advogados/GO.
No Tocantins, o auxílio-moradia foi pago no ano passado por apenas quatro meses e acabou sendo extinto por decisão dos próprios deputados.
Em São Paulo, só recebem o benefício os deputados que não têm casa na capital ou na Região Metropolitana. Em Brasília, os deputados distritais nunca receberam esse tipo de auxílio.
“Nossa, é um absurdo. Eu queria uma casa e eu não tenho”, diz uma mulher, indignada.
“É mais uma válvula de dinheiro que vai para o ralo sem ter justificativa nenhuma”, reclama um morador.
O auxílio-moradia vai custar quase R$ 900 mil por ano. A Assembleia Legislativa disse que não vai se manifestar sobre o assunto.
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