quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Temos que fazer abaixo-assinado para trocar ministro da educação e colocar este que fez esta matéria, pois ele está mais preocupado com a nossa educação do que ministro que tem mal currículo, vocês já sabem do currículo dele, menos o da educação. A prova está aí cadê que ele sabe deste caso e o pior são os educandos se curvando para escrever e sentado no chão com o risco de desvio na coluna. Só Deus na causa
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2014/12/alunos-enfrentam-falta-de-merenda-e-de-cadeiras-em-escola-na-bahia.html
Temos que acabar com esta prerrogativa que o Governo Federal tem de promover o toma lá dá cá, fazendo abaixo-assinado que o valor repassado a São Paulo do orçamento será para todos os outros estados e que emendas parlamentares sejam entregue aos governadores. É tão fácil acabar com estas bandalheiras, inclusive a mais essencial que os deputados federais não precisarão mais fazer a vontade do Governo Federal em troca de aprovação de suas emendas. Seu papel seria de aprovar as leis e caso oponha-se naquilo que é para o bem do povo e desgaste do Governo Federal, entremos em ação através do abaixo-assinado sem precisar passar pelo Congresso e nem pelo Presidente do Brasil.
Edição do dia 03/12/2014
03/12/2014 09h05 - Atualizado em 03/12/2014 09h14
Alexandre Garcia: 'Termômetro que mede a seriedade do país'
Para analista, alteração da meta fiscal 'é como se o doente estivesse com 41º de uma febre que legalmente não poderia ter.
Foi um caso único, de que, segundo alegação do presidente do Congresso, uma minoria impediu a maioria de expressar o seu voto. E o que pretendia votar a maioria? Aprovar a proposta do governo que altera a meta de superávit que o governo não conseguiu cumprir.
O governo decidiu que a soma de desoneração fiscal mais aplicação no PAC é igual a superávit. Para a gente entender melhor, é como se o doente estivesse com 41º de uma febre que legalmente não poderia ter. Então, a solução foi subir a escala do termômetro, até que 37 º se igualasse a 41º.
Claro que o mercado, os investidores - nacionais ou estrangeiros - e as agências não vão acreditar nessa mágica mercurial. A mágica pode ser votada na manhã desta quarta-feira (03).
Em uma época em que o governo não pode confiar na absoluta fidelidade dos governistas, pesa sobre a cabeça de deputados e senadores o decreto do "é dando que se recebe", há pouco publicado no Diário Oficial: se não liberar a meta, não se liberam também emendas individuais de parlamentares de quase R$ 445 milhões.
Tudo isso é um termômetro que mede a seriedade do país. A previsão é de que os manifestantes sejam impedidos de entrar na nova sessão. Na mobilização pela internet, eles anunciam manifestações no gramado em frente, se não puderem entrar. E aquela senhora de quase 80 anos pode até se livrar da gravata do segurança.
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