quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A ingenuidade é tamanha que não quer vir que o Protanec deveria ser atrelado ao ensino desde o pré e não depois que concluir o ensino médio, que também não deveria mais existir e sim nível superior desde o pré, que os alunos perdem muito com este ensino sem prespectiva, sem aprender a falar diversos idiomas, sem aprender  física, química, biologia que quando chegarem aos 15 anos devem saber tudo, por isso nãu subimos no PISA. Passou no bom dia brasil que muitos estão preferindo as particulares e quem não pode pagar fica a ver navio e formando lulas só com o técnico, pois para isto precisa-se de muitas Universidades. A concorrência neste ano na Unifap foi de 18.000 para 900 vagas, pode um troço deste. No meu tempo era 36.000, muitos resolveram pagar e nosso dinheiro indo pra onde. Só Deus sabe.

Deveria mudar a teoria que tudo resume em prova e nunca a teoria atrelado a prática. Perde-se muito em teoria no ensino em geral do Brasil e esquecem do essencial o ensino, a formação e o emprego simultaneamente, desde criança.


Edição do dia 12/02/2014
12/02/2014 10h24 - Atualizado em 12/02/2014 10h25

'O que vão fazer com quem cumpriu a regra?', questiona Alexandre Garcia

Manobra no Congresso quer revogar a exigência de simuladores em autoescolas. 'Trânsito mata tanto quanto criminosos', diz comentarista.

No Congresso Nacional já existe um movimento para acabar com a exigência dos simuladores em autoescolas. A Câmara Federal aprovou na terça-feira (11) regime de urgência para um projeto que revoga a resolução do Conselho Nacional de Trânsito que exige simulador em autoescola. Semana que vem o projeto vai para o plenário da Câmara e em seguida para o plenário do Senado. E aí? O que vão fazer com quem cumpriu a regra e já se equipou?
Câmara e Senado fizeram o Código de Trânsito que criou o Conselho de Trânsito, para baixar resoluções técnicas. Agora, o Legislativo quer derrubar uma delas. E é bom lembrar que é usual políticos nomearem protegidos para órgãos de trânsito, que aí carecem de administrações técnicas, como deveria ser.
Por outro lado, o Contran com frequência prorroga a entrada em vigor de suas próprias resoluções, até três vezes, o que mostra uma certa distância com a realidade. Poderia se criticar o Legislativo dizendo que está preocupado com autoescola, quando a emergência deveria ser para leis contra o crime e a violência. Mas, afinal, o trânsito mata tanto quando os criminosos.
Em Brasília, as autoescolas já tiveram simulador – mecânico – não funcionou nem mostrou resultados, lá na década de 1980. Porque o problema maior é o sistema de avaliação, os exames, que cobram apenas o mínimo necessário para dirigir. E aí, o resultado é o despreparo do motorista, que produz acidentes. Basta observar em toda a parte, que motoristas habilitados não sabem sequer para que servem as luzes do veículo.