terça-feira, 28 de julho de 2015

“O que ganhamos não cai em prova, como a gente comentou com eles. Essa questão não vai cair em nenhuma prova, é na vida deles”, relata Flavia Figueiredo, assessora pedagógica.


28/07/2015 09h46 - Atualizado em 28/07/2015 09h48

Alunos de escolas públicas da Paraíba vencem competição mundial de robôs

Grupo levou o título na categoria dança com robôs pela Copa do Mundo de Robótica, na China. Estudantes bateram equipes de 14 países.

Você vai conhecer os estudantes de duas escolas públicas da Paraíba que ganharam uma competição do outro lado do mundo, em um campeonato de robôs.
Depois de ir e voltar da China, ele ainda aguentar comemorar. O urso simpático foi o único robô que conseguiu voltar para casa inteiro com o título da Copa do Mundo de Robótica, a RoboCup. Os criadores são os alunos de duas escolas municipais de João Pessoa. Meninos de famílias simples que depois que conheceram a robótica em um projeto da prefeitura, não pararam de fazer sucesso.
Já eram bicampeões brasileiros, campeões sul-americanos e de supertime na última RoboCup, que aconteceu na capital paraibana.
Mas dessa vez o time foi muito mais longe em todos os sentidos. E voltou com o título mundial na categoria dança com robôs - nível primário, batendo equipes de 14 países. Presente duplo para quem completou os 13 anos em uma viagem inesquecível.

“Foi uma experiência bem nova passar o aniversário em outro país, no outro lado do mundo. Foi legal”, conta o estudante Anderson Araújo.

Para ser campeão mundial, qualquer time depende de um fator chamado superação. E esses meninos precisaram muito dela. Depois de 22 horas de voo até a China, a equipe descobriu que três dos quatro robôs foram danificados durante a viagem. Isso faltando um dia para a disputa. Aí, haja correria.
“Começou a montar tudo de novo, ver o que estava quebrado, o que estava faltando. Foi um aperreio, uma agonia grande, mas deu tudo certo”, diz o estudante Thiago Ribeiro.

“O que ganhamos não cai em prova, como a gente comentou com eles. Essa questão não vai cair em nenhuma prova, é na vida deles”, relata Flavia Figueiredo, assessora pedagógica.
O ensino deve ser da alçada dos empresários como na Alemanha ou federalizá-lo. O que se ensina num lugarzinho pobrezinho ensina-se nas melhores cidades. O ensino tem que ser atrelado a formação e ao emprego desde criança. Em vez de aprenderem geografia que se aprende viajando, história geral que se lê a bíblia, corpo humano que se estuda em medicina e um monte de bobagem que faz parte do nosso ensino, ensina-se a fazer cinema, ser médico desde criança, odontologia, advocacia, engenharia tudo no pré e robótica, aplicativo, game toda a evolução em curso e não mais prova nem do ENEM, nem OAB, nem residência e que o diploma de outros países sejam reconhecido no Brasil sem prova de residência a prova é o que ele aprendeu na prática e sendo remunerado.