quinta-feira, 16 de janeiro de 2014


Edição do dia 15/01/2014
15/01/2014 09h07 - Atualizado em 15/01/2014 09h07

'Instituição de ensino não pode virar negócio', diz Alexandre Garcia

Comentarista lembra que mais importante que não perder o ano é o aprendizado dos alunos e afirma que episódio serve de alerta.

O secretário de Regulação e Supervisão do Ministério garante que os alunos não vão perder o ano. Não perder o ano é mais simples, mas o que interessa ao Brasil é aprender. É algo que se estão esquecendo, que é aprender, ou o diploma será inútil.
Na terça-feira à noite, por exemplo, ouvi uma aluna quase formada dizendo: ‘para mim terminar’. Não dá para terminar as aulas de português.
A Galileu vai entrar na Justiça contra a intervenção e pode começar a guerra de liminares e os alunos vão ficar olhando de um lado para o outro, como quem assiste do meio a uma partida de tênis.
A propósito, o esporte favorito brasileiro parece ser o de deixar a corda esticar até rebentar para depois tentar remendar. Durante todo ano passado professores, funcionários e alunos fizeram protestos para chamar a atenção sobre o agravamento da situação.
As partes - universidades e MEC - se tivessem administrado a tempo teriam resolvido o impasse sem traumas para os alunos e, mais, sem traumas para o ensino.
O episódio ainda serve de alerta, porque não é um caso raro. Na capital do país uma faculdade parou porque foi despejada do prédio por falta de pagamento de aluguel. Instituição de ensino não pode virar negócio e, pior, negócio mal administrado.
E essa história de federalização não dá certo. A lei não permite.
Passou ontem no jornal nacional uma ponte balançando, se acontecer uma fatalidade aí a Dilma via acordar, delega poderes a ministro, que nada fazem. Deveria extinguir todos os ministérios e o dinheiro gasto em manutenção e de formar as bases seria repassado aos governadores e também a pouca vergonha do Maranhão, e o Amapá pior ainda e a Dilma não repassa nada. Fui a uma audiência e foi adiada porque magistrado estava de férias, porque não trabalha por produção, quando um sai outros despacham e fui me consultar no posto e médico foi para uma audiência porque não tem substituto é um país entregue as baratas, só querem cobrar imposto e o retorno é isto aí não somos atendido. Não sei o que está acontecendo com esta Dilma de 77% caiu para 40% e se continuar relaxada temos que pedir o impeachment. Na av. JK em Macapá além de estreita não está demarcado a linha que mantém os veículos afastado da calçada, caso uma pessoa desequilibre-se e tiver passando um carro,sangue de Jesu s, evita o pior.

Senadores e deputada pedem investigação do MPF
na Secretaria de Saúde do DF
— Leandro Mazzini
Dois senadores já solicitaram, e agora uma deputada federal vai requerer ao Ministério Público Federal uma investigação na Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal, por compra superfaturada em R$ 3,5 milhões (!) de um aparelho exoesqueleto robótico de última geração, da Suíça, para reabilitação com fisioterapia. O famoso Lokomat Pro, montado no Brasil, custa R$ 1 milhão. A falcatrua, descoberta pela Coluna, teve aval do secretário de Saúde do Governo do DF, Rafael Barbosa, candidato a deputado federal. Ele recuou após a denúncia. A secretaria anunciou o cancelamento da compra, mas cobrada desde Dezembro, até agora não apresentou uma linha do Diário Oficial que comprove a anulação da compra. Segundo fontes, o secretário apenas ‘segurou’ a aquisição.