segunda-feira, 10 de junho de 2013

Passou hoje no bom dia brasil o Alexandre Garcia comentando sobre o número altíssimo de licenças médicas de professores é que as escolas estão capengas demais e os professores ameaçado de morte, que deveriam ganhar alto salário. A direção das escola está político-partidarizada e que fica difícil ensinar o que realmente interessa. Todo diretor deveria ser indicado pelos alunos e não pelo governador ou prefeito e digo os professores estão sobrecarregado com 10 a 20 turmas e eu querendo lecionar e não há vaga que tristeza uma pessoa passar 4 anos numa Universidade e morrer sem desempenhar sua função que país bandido é este governado por pessoas sem senso só porque fazem parte de partido e não tem inteligência, nem sabedoria nem visão de mundo para governar e o povo vota porque não tem opção se os candidatos fossem escolhido pelo povo e se o escolhido nunca pensasse ser presidente o país seria melhor governado porque não ia governar para partido tudo para o povo e tudo pelo povo.

SURREALISMO: Alexandre Garcia comentou

SURREALISMO: Alexandre Garcia comentou: Edição do dia 10/06/2013 10/06/2013 08h37 - Atualizado em 10/06/2013 08h37 ...

Alexandre Garcia comentou


Edição do dia 10/06/2013
10/06/2013 08h37 - Atualizado em 10/06/2013 08h37

Alexandre Garcia: 'Professores têm motivos para se afastar da escola'

Para o comentarista, o alto número de licenças médicas de professores é sinal de que há muita coisa errada.

O número altíssimo de licenças médicas de professores deveria ter servido, há muito tempo, de aviso para as autoridades da educação. É um sinal de que muita coisa está errada. Deve haver licenças sem motivo, sim, mas o que se vê é que a imensa maioria de professores têm motivos fortes para se afastar da escola em que lecionam. São professoras que são ameaçadas de morte por alunos marginais.
Pais ausentes, que só aparecem para brigar. Escolas, que deveriam ser os prédios mais lindos e mais acolhedores do município, muitas vezes estão em situação precária, sem instalações sanitárias compatíveis, telhado que não isola do calor, muros derrubados, cercadas por traficantes. Só abnegados para trabalhar em um lugar desses, por salários que deveriam estar entre os mais altos do serviço público.
Em escolas onde diretores são eleitos, professores ficam sujeitos à demagogia misturada à pedagogia; em outros, a direção da escola está político-partidarizada e fica difícil ensinar o que realmente interessa. Aí vem o esgotamento, a desistência e a fuga. A educação, que deveria libertar, não liberta da ignorância que acorrenta à dependência. E quem perde é o futuro, como mostrou o aluno sem aula: "quem tá perdendo é nós.".