quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Edição do dia 18/12/2013
18/12/2013 08h11 - Atualizado em 18/12/2013 08h11

'Vida não tem preço', diz Alexandre Garcia sobre airbag e ABS no Brasil

Comentarista lembra que o governo gasta mais de R$ 40 bilhões com hospitais e previdência por acidentes de trânsito.

Os feirantes, que são os principais clientes da Kombi, ficarão sem airbag e ABS. Mas os feirantes da Alemanha já não têm Kombi há 30 anos. A Volkswagen mexicana não fabrica mais a Kombi há 20 anos. Como tudo, isso chega atrasado aqui no Brasil.
A importância é a vida. O trânsito mata uns 200 brasileiros por dia - bem acima das estatísticas oficiais, que não contam as estradas municipais e os mortos até 90 dias depois do acidente. O airbag e o ABS salvaram 30 mil vidas nos Estados Unidos, nos últimos 20 anos.
Além disso, as resoluções do Conselho Nacional de Trânsito são de 2009 - deram três anos para a indústria automobilística se preparar - e é claro que ela está preparada. No Brasil, ela tem o dobro da lucratividade média mundial.
O ministro da Fazenda está preocupado com o aumento de preço do carro popular e com o argumento do desemprego, tudo isso acontecendo no ano eleitoral. Mas vida é mais que voto.
O airbag e ABS existem há 30 anos e no Brasil só agora vão entrar em todos os carros e ainda há resistência. Ainda se fala em airbag duplo quando carros de passeio estão saindo com seis ou mais.
E vida não tem preço. Até falando em preço, hoje o governo gasta mais de R$ 40 bilhões com hospitais e previdência por acidentes de trânsito. O ministro da Fazenda deveria considerar isso. Há 15 anos, o italiano Silvano Valentino, presidente da Fiat e da Anfavea, ao se referir à regulagem do cinto, não instalada no carro popular, me dizia: “Isso custa R$ 1,50; não entendo como vocês brasileiros medem o valor da vida pelo poder aquisitivo da pessoa”.
A Dilma quer criar Delegacia para crimes do esporte porque os arruaceiros não são preso em suas residências com 2 policiais no quarto, digo, dentro da casa, 5 do lado de fora e 10 em cada esquina do Brasil com salário de deputado, mordomia e não investir em manutenção de prédio, seria mais um pulo para dar cargo para os partido dela e o dinheiro do contribuinte fazendo políticagem. E o Uruguai colocando em votação o uso da maconha com isto os policiais não irão mais arriscar suas vidas|atrás dos traficantes e se todos tivessem emprego poderiam oferecer a droga que quisesse que ninguém iria comprar porque estava ocupado no emprego, mas não tem porque nosso dinheiro vai todo para o Congresso, manutenção de prédios do Tribunal de Justiça e as ações lentas e mordomia da Dilma viajando com comitiva para funerário do Nelson e a população sem emprego haja roubar e matar e este governo nada faz para enxugar os gastos e investir no desemprego. Como ela tem o seu pouco importa qu em não tem.

E meu sobrinho precisando do tratamento das células tronco e não tem dinheiro porque não há controle do que é repassado pelo governo federal, que o faz sem medida.


GDF superfatura em R$ 3,5 milhões

aparelho de fisioterapia

— Leandro Mazzini
Num contrato com dispensa de licitação nº 124/13 da Secretaria de Saúde do Governo do DF, o secretário Rafael Barbosa compra um aparelho de exoesqueleto robótico para fisioterapia cujo similar custa EUR 260 mil – R$ 1 milhão no preço final, instalado no Brasil. Mas o GDF já empenhou nota (2013NE07450) de nada menos que R$ 4.585.925 para o Lokomat Pro, da fabricante suíça Hocoma.