segunda-feira, 10 de agosto de 2015


10/08/2015 10h14 - Atualizado em 10/08/2015 11h40

'Viver com permanente risco é forma de opressão', diz Alexandre Garcia

Comentarista avalia aumento de ataques a caixas eletrônicos: 'Explosões e balas de fuzis passando, em outros países é só quando há guerra civil'.

Na longa história de crime no Brasil, começou com pau, depois veio faca, depois revólver, agora fuzil e explosivos, em caixas eletrônicos. Estão usando até retroescavadeira.
Nos estados em que esse tipo de crime é mais frequente, os ataques a caixas eletrônicos estão chegando a um por dia, deixando destruição em agências e postos bancários, mas também em padarias, em lojas de conveniência em postos de gasolina – misturando a explosão com o vapor do combustível. E agora escolas, clubes em plena capital do país. A inteligência da polícia vai atrás das fontes de explosivos, mas também há a possibilidade de produção doméstica de explosivos com ingredientes de várias fontes.
Caixas eletrônicos são atacados no mundo inteiro, mas o que é exceção em outros países, é rotina por aqui. Explosões e balas de fuzis passando, em outros países é só quando há guerra civil; por aqui, é o dia-a-dia. Infelizmente, os brasileiros se acostumaram com isso. E, o que é muito pior, muitos acreditam na desculpa das autoridades de que no mundo é assim. Não é.
Os brasileiros que viajam e sacam dinheiro local em caixas eletrônicos na calçada, em ruelas escuras, na madrugada, na maior segurança, sabem que é bem diferente do que acontece aqui. Aqui na capital do país, com a faculdade, com o próprio clube que tenham caixas eletrônicos.
É bom lembrar que viver com permanente risco – de vida e de patrimônio – é uma forma de opressão e de restrição a liberdades e direitos básicos. Essa que é a verdade.
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  • Maria Rocha
    há 5 minutos
    Desde quando o serviço foi terceirizado começou esta facilidade porque a empresa que o Governo Federal repassa nosso dinheiro não tem condições de manter em cada caixa câmeras com funcionário atuando 24 horas em todos os caixas do Banco do Brasil em todo mundo. O Governo Federal fez isto para livrar-se desta despesa e dá dinheiro para os assaltantes, ou seja, quis legalizar a profissão, já que não gera emprego dá oportunidade para eles assaltarem e fazer o que se eles precisam de muito dinheiro.
    10/08/2015 08h12 - Atualizado em 10/08/2015 08h12

    Escolas municipais do Rio estão em condições precárias, aponta TCM

    Alunos convivem com infiltrações, carteiras e ventiladores quebrados.
    TCM ouviu professores, pais e alunos de 195 escolas, 13% do município.

    Um relatório do Tribunal de Contas descobriu que tem muita escola municipal no Rio em condições precárias: com carteiras malconservadas, infiltrações, ventiladores quebrados. São problemas que levam os alunos a querer ficar longe da sala de aula.

    O trabalho aconteceu ao longo do ano passado. Os fiscais do Tribunal checaram as condições das escolas – instalações, limpeza, segurança. E montaram questionários diferentes para professores, pais e alunos. Bom, o resultado saiu. E boa parte das escolas da rede municipal do Rio foi reprovada.

    Ao todo, 195 escolas foram pesquisadas, 13% da rede municipal. Os fiscais constataram que mais da metade delas está funcionando em condições consideradas precárias ou razoáveis com risco. Tudo foi registrado em foto. O Bom Dia Brasil separou algumas. Tem escola com infiltração no teto, nas paredes, fios prestes a dar curto, colunas com rachaduras, desleixo, muito desleixo.
    Se no Rio faz calor no inverno, imagina no verão. E quanto ventilador parado, quebrado. Uma mãe está revoltada: “O fato de que num calor de 40 graus minha filha tem que está lá com um ventilador capenga, não tem condição de uma criança dessa aprender nada”, diz a dona de casa Kátia Dias.

    Agora, a reclamação dos alunos: “A gente só fica com ventilador, e mesmo assim com ventilador quebrado”, diz uma. “Quase metade da sala que está sendo ventilada, a outra o ventilador não está pegando”, afirma outro.
    E o que mais podia ser melhor? “Podia fazer uma obra, pintar a escola, porque está precisando, né?”, diz uma aluna.

    São muitos problemas. Mas o que os técnicos classificam como precário? “Problema de infraestrutura no telhado, infiltrações, queda de reboco, problemas no piso da quadra, falta de equipamentos. Nós tínhamos em 2013 a ordem de 30% de escolas precárias no universo de escolas de segundo segmento e hoje nós estamos na faixa de 33%”, explica Marcos Vinícius Pinto, inspetor do TCM-Rio.

    Outro problema encontrado: falta de professores. Em mais de 50% das escolas pesquisadas, os alunos estavam perdendo aulas de alguma disciplina – principalmente, língua estrangeira e matemática.

    A Secretaria de Educação do Rio reconhece os problemas e diz que o relatório do Tribunal de Contas ajuda a planejar soluções. “Já estamos fazendo várias coisas. Daquelas que são mais fáceis a própria escola já fez ou a própria Coordenadoria já fez. E as mais graves nós temos que ver licitação para fazer obra. Nós estamos encaminhando essas situações, estamos fazendo diligências, sabendo e querendo atuar”, diz a secretária municipal de educação do Rio, Helena Bomeny.
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    • Maria Rocha
      há 5 minutos
      Tem mesmo que passar a educação para o Governo Federal. todos que já são do quadro dos muicípios e estados fazerem parte da União, que do jeito que esta não dá mais. Eles têm muitas dívidas com a União e ficam sem dinheiro para arcar com uma educação de qualidade atrelado ao emprego e deveria fazer como na alemanha que é da alçada dos empresários com prática e remunerado.
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    • Wanderley Donegal
      há 7 horas
      tudo é uma precariedade, e a reporter estava falando ainda a pouco do cafezinho que subiu 10% , e que eles estão trazendo cafe de casa ou tomando cafe em casa. sera que a crise chegou tambem na groboooo, ou é mais uma piadinha, a groboooo, não dar um cafezinho ao s funcionarios. é ou não é uma gozação ?
  • Domingos Nunes
    há 8 horas
    tribunal de contas do municipio aprovou as contas de cesar maia com a inutil CIDADE DA MUSICA ... esta grana gasta daria para fazer pelo menos 40 escolas padrão , quemtem telhado de vidro não joga pedra no vizinho..
  • Domingos Nunes
    há 8 horas
    um governante serio não faz obras , faz escolas faz hospitais , vive o sofrimento das familias ,planta a semente da salvação , a educação ...