sexta-feira, 20 de junho de 2014

Conheça 'Náo', o robô que joga futebol e ajuda crianças em escolas

Robozinho de 57 cm de altura também pode auxiliar em casa. Esquadrões antibombas também usam robôs para identificar e desarmar artefatos

19/06/2014 às 09h14
Atualizado em 19/06/2014 às 10h33
Ana Maria brinca com robôs na Casa de Cristal (Foto: Mais Você / TV Globo)Ana Maria brinca com robôs na Casa de Cristal (Foto: Mais Você / TV Globo)
Ana Maria Braga começa o Mais Vocêdesta quinta-feira (19) de uma forma bem cibernética! Ela apresenta o "Náo", um robozinho muito simpático que vem conquistando o mundo. Controlados por smartphones, quatro "Náo" disputam uma partida de futebol na Casa de Cristal. O "Náo" (que significa "cérebro", em chinês), é programado com um sistema de inteligência artificial que permite que ande, fale, dance e interaja, reconhecendo as pessoas pela voz e pelo rosto.
Robôs fazem apresentação no Mais Você (Foto: Mais Você / TV Globo)Robôs fazem apresentação no Mais Você (Foto: Mais Você / TV Globo)
Equipado com câmeras, microfones, autofalantes e vários sensores, o "Náo" tem 57 cm de altura e foi projetado para fins educacionais, principalmente como ferramenta de ensino para crianças autistas. Já são mais de 30 mil robozinhos no mundo, espalhados em laboratórios, escolas e universidades. "Ele é muito cativante. São dois trabalhos: programar as necessidades dos alunos de educação infantil, e outra coisa é a atuação do Náo na área de saúde, especificamente para os autistas. Hoje, já existe uma comunidade no mundo inteiro disponibilizando material para auxiliar na educação de autistas. No Brasil, já está sendo usado em escolas", diz o empresário Artur Mainardi.
Este robozinho fofo também ajuda em casa. "Pode ajudar a subir uma escada, a lembrar de tomar um remédio...", exemplifica o empresário. A previsão é que em cinco anos o robô possa ser usado em domicílio.
Robôs na Copa do Mundo
A eficácia dos robôs vai além: eles estão ajudando na segurança pública. No Brasil, por exemplo, as 12 cidades que sediam os jogos da Copa contam com robôs antibombas, que ajudam a indentificar os artefatos. O repórter Fabrício Battaglini acompanhou a ação dos esquadrões antibombas em São Paulo. Veja no vídeo ao lado!
A burocracia irrita. Por que não deixam os portões aberto. Eles devem ser perdoado, pois estavam ansiosos para entrar. Muitos não têm paciência, se eles tivessem feito vandalismo de verdade seriam penalizado, eles apenas estavam com pressa para entrar.. A FIFA tem que ser penalizado por deixá-los inquieto. Perguntem ao Papa se vocês agiram corretamente.

Edição do dia 20/06/2014
20/06/2014 08h41 - Atualizado em 20/06/2014 08h41
'Punição tem que servir de exemplo', diz Alexandre Garcia sobre chilenos
Para comentarista, a invasão no Maracanã deve ser punida para desencorajar novas tentativas. Atitude dos invasores não combina com educação chilena.
ALEXANDRE GARCIA
Os chilenos foram expulsos do país, mas o caso deixa muitas perguntas. Onde foi que o esquema de segurança falhou? A punição não saiu barata porque a imagem do Chile fica terrível. Imagens lamentáveis que viraram um teste pra organização do mundial.
Punição tem que servir de exemplo para desencorajar novas tentativas. A punição foi branda. Um deles chegou a dizer "cometemos um erro grave e pedimos desculpas ao Brasil". Eles vão ter que pedir desculpas ao Chile. Os conterrâneos deles estão condenando todos eles.
Nas redes sociais, eles dizem: "estão nos fazendo passar vergonha num país que nos recebe de braços abertos". “São torcedores, mas também são delinquentes" escreveram os chilenos. Realmente, a atitude dos invasores do Maracanã não combina com a civilidade chilena e a educação que eles recebem em casa e na escola. E muito menos, com a tradicional amizade que une Brasil e Chile. Mas esse episódio também mostra mais uma vez fragilidade na tão zelosa segurança dentro do chamado perímetro Fifa dos estádios.
Se fossem menos em número e mais discretos, os invasores talvez nem fossem detectados. Agora vão reforçar a segurança em seis estádios, onde reconhecem a necessidade de mais cuidados. Imaginem se a invasão do gramado tivesse acontecido durante o jogo com televisão para o mundo inteiro.
Esses supostos brasileiros que a gente tem visto quase todos os dias em São Paulo fazem bem pior. Eu disse supostos brasileiros porque eles cobrem a cara, a gente não sabe se são brasileiros ou não, para sair quebrando como tem acontecido. Lembro de outra frase chilena: “Nós vimos a oportunidade e entramos". Pois, esses caras escondidas veem a oportunidade e quebram. A polícia não pode permitir que eles tenham a oportunidade de quebrar.