- Maria Rochahá 5 minutosTem mesmo que passar a educação para o Governo Federal. todos que já são do quadro dos muicípios e estados fazerem parte da União, que do jeito que esta não dá mais. Eles têm muitas dívidas com a União e ficam sem dinheiro para arcar com uma educação de qualidade atrelado ao emprego e deveria fazer como na alemanha que é da alçada dos empresários com prática e remunerado.Conforme Termo de Uso, comentários com conteúdo inadequado e spam poderão ser removidos a critério da Globo.com.
- Wanderley Donegalhá 7 horastudo é uma precariedade, e a reporter estava falando ainda a pouco do cafezinho que subiu 10% , e que eles estão trazendo cafe de casa ou tomando cafe em casa. sera que a crise chegou tambem na groboooo, ou é mais uma piadinha, a groboooo, não dar um cafezinho ao s funcionarios. é ou não é uma gozação ?
- Domingos Nuneshá 8 horastribunal de contas do municipio aprovou as contas de cesar maia com a inutil CIDADE DA MUSICA ... esta grana gasta daria para fazer pelo menos 40 escolas padrão , quemtem telhado de vidro não joga pedra no vizinho..
- Domingos Nuneshá 8 horasum governante serio não faz obras , faz escolas faz hospitais , vive o sofrimento das familias ,planta a semente da salvação , a educação ...
Escolas municipais do Rio estão em condições precárias, aponta TCM
Alunos convivem com infiltrações, carteiras e ventiladores quebrados.
TCM ouviu professores, pais e alunos de 195 escolas, 13% do município.
Um relatório do Tribunal de Contas descobriu que tem muita escola
municipal no Rio em condições precárias: com carteiras malconservadas,
infiltrações, ventiladores quebrados. São problemas que levam os alunos a
querer ficar longe da sala de aula.
O trabalho aconteceu ao longo do ano passado. Os fiscais do Tribunal checaram as condições das escolas – instalações, limpeza, segurança. E montaram questionários diferentes para professores, pais e alunos. Bom, o resultado saiu. E boa parte das escolas da rede municipal do Rio foi reprovada.
Ao todo, 195 escolas foram pesquisadas, 13% da rede municipal. Os fiscais constataram que mais da metade delas está funcionando em condições consideradas precárias ou razoáveis com risco. Tudo foi registrado em foto. O Bom Dia Brasil separou algumas. Tem escola com infiltração no teto, nas paredes, fios prestes a dar curto, colunas com rachaduras, desleixo, muito desleixo.
Se no Rio faz calor no inverno, imagina no verão. E quanto ventilador parado, quebrado. Uma mãe está revoltada: “O fato de que num calor de 40 graus minha filha tem que está lá com um ventilador capenga, não tem condição de uma criança dessa aprender nada”, diz a dona de casa Kátia Dias.
Agora, a reclamação dos alunos: “A gente só fica com ventilador, e mesmo assim com ventilador quebrado”, diz uma. “Quase metade da sala que está sendo ventilada, a outra o ventilador não está pegando”, afirma outro.
E o que mais podia ser melhor? “Podia fazer uma obra, pintar a escola, porque está precisando, né?”, diz uma aluna.
São muitos problemas. Mas o que os técnicos classificam como precário? “Problema de infraestrutura no telhado, infiltrações, queda de reboco, problemas no piso da quadra, falta de equipamentos. Nós tínhamos em 2013 a ordem de 30% de escolas precárias no universo de escolas de segundo segmento e hoje nós estamos na faixa de 33%”, explica Marcos Vinícius Pinto, inspetor do TCM-Rio.
Outro problema encontrado: falta de professores. Em mais de 50% das escolas pesquisadas, os alunos estavam perdendo aulas de alguma disciplina – principalmente, língua estrangeira e matemática.
A Secretaria de Educação do Rio reconhece os problemas e diz que o relatório do Tribunal de Contas ajuda a planejar soluções. “Já estamos fazendo várias coisas. Daquelas que são mais fáceis a própria escola já fez ou a própria Coordenadoria já fez. E as mais graves nós temos que ver licitação para fazer obra. Nós estamos encaminhando essas situações, estamos fazendo diligências, sabendo e querendo atuar”, diz a secretária municipal de educação do Rio, Helena Bomeny.
O trabalho aconteceu ao longo do ano passado. Os fiscais do Tribunal checaram as condições das escolas – instalações, limpeza, segurança. E montaram questionários diferentes para professores, pais e alunos. Bom, o resultado saiu. E boa parte das escolas da rede municipal do Rio foi reprovada.
Ao todo, 195 escolas foram pesquisadas, 13% da rede municipal. Os fiscais constataram que mais da metade delas está funcionando em condições consideradas precárias ou razoáveis com risco. Tudo foi registrado em foto. O Bom Dia Brasil separou algumas. Tem escola com infiltração no teto, nas paredes, fios prestes a dar curto, colunas com rachaduras, desleixo, muito desleixo.
Se no Rio faz calor no inverno, imagina no verão. E quanto ventilador parado, quebrado. Uma mãe está revoltada: “O fato de que num calor de 40 graus minha filha tem que está lá com um ventilador capenga, não tem condição de uma criança dessa aprender nada”, diz a dona de casa Kátia Dias.
Agora, a reclamação dos alunos: “A gente só fica com ventilador, e mesmo assim com ventilador quebrado”, diz uma. “Quase metade da sala que está sendo ventilada, a outra o ventilador não está pegando”, afirma outro.
E o que mais podia ser melhor? “Podia fazer uma obra, pintar a escola, porque está precisando, né?”, diz uma aluna.
São muitos problemas. Mas o que os técnicos classificam como precário? “Problema de infraestrutura no telhado, infiltrações, queda de reboco, problemas no piso da quadra, falta de equipamentos. Nós tínhamos em 2013 a ordem de 30% de escolas precárias no universo de escolas de segundo segmento e hoje nós estamos na faixa de 33%”, explica Marcos Vinícius Pinto, inspetor do TCM-Rio.
Outro problema encontrado: falta de professores. Em mais de 50% das escolas pesquisadas, os alunos estavam perdendo aulas de alguma disciplina – principalmente, língua estrangeira e matemática.
A Secretaria de Educação do Rio reconhece os problemas e diz que o relatório do Tribunal de Contas ajuda a planejar soluções. “Já estamos fazendo várias coisas. Daquelas que são mais fáceis a própria escola já fez ou a própria Coordenadoria já fez. E as mais graves nós temos que ver licitação para fazer obra. Nós estamos encaminhando essas situações, estamos fazendo diligências, sabendo e querendo atuar”, diz a secretária municipal de educação do Rio, Helena Bomeny.
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