'Polícia precisa ter carros mais ágeis e potentes', diz Alexandre Garcia
Para analista, 'Veículos existem mas estão parados, o que é desperdício e omissão', diz. Viaturas estão paradas por falta de contrato em Brasília.
Policial fazendo patrulhamento com carro velho e carro novo parado.
Isso é mais uma parte do desastre que foi a administração anterior, que no último ano ficou mais dedicada à reeleição do governador e também nisso fracassou. Esses veículos foram entregues em cerimônia pública diante do palácio do governo. Depois, fracasso nas urnas e nas ruas.
A área rural de Brasília pouco policiada também está envolvida pelo crime. Os assaltos são frequentes em regiões que produzem soja, morango, batata baroa, hortaliças, frango, gado de leite e de corte. E são frequentes casos em que os moradores do meio rural são agredidos e roubados.
São estradas que na verdade são trilhas pedregosas muito íngremes, onde se refugiam traficantes e desmanchadores de carros furtados. Sem 4x4, a polícia tem dificuldades para agir. Os veículos existem mas estão parados, o que é desperdício e omissão.
A propósito, a polícia, no Brasil inteiro, precisa ter carros mais ágeis e potentes que os veículos dos bandidos. Tração integral, torque, potência e estabilidade fazem a diferença. Além disso, porque em geral, os policiais não rodam protegidos com cinto de segurança? Capotagens e colisões têm vitimado centenas de policiais, que precisam ter as mãos livres para perseguir bandidos e não para se segurar no carro.
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