Edição do dia 20/06/2014
20/06/2014 08h41 - Atualizado em 20/06/2014 08h41
'Punição tem que servir de exemplo', diz Alexandre Garcia sobre chilenos
Para comentarista, a invasão no Maracanã deve ser punida para desencorajar novas tentativas. Atitude dos invasores não combina com educação chilena.
ALEXANDRE GARCIA
20/06/2014 08h41 - Atualizado em 20/06/2014 08h41
'Punição tem que servir de exemplo', diz Alexandre Garcia sobre chilenos
Para comentarista, a invasão no Maracanã deve ser punida para desencorajar novas tentativas. Atitude dos invasores não combina com educação chilena.
ALEXANDRE GARCIA
Os chilenos foram expulsos do país, mas o caso deixa muitas perguntas. Onde foi que o esquema de segurança falhou? A punição não saiu barata porque a imagem do Chile fica terrível. Imagens lamentáveis que viraram um teste pra organização do mundial.
Punição tem que servir de exemplo para desencorajar novas tentativas. A punição foi branda. Um deles chegou a dizer "cometemos um erro grave e pedimos desculpas ao Brasil". Eles vão ter que pedir desculpas ao Chile. Os conterrâneos deles estão condenando todos eles.
Nas redes sociais, eles dizem: "estão nos fazendo passar vergonha num país que nos recebe de braços abertos". “São torcedores, mas também são delinquentes" escreveram os chilenos. Realmente, a atitude dos invasores do Maracanã não combina com a civilidade chilena e a educação que eles recebem em casa e na escola. E muito menos, com a tradicional amizade que une Brasil e Chile. Mas esse episódio também mostra mais uma vez fragilidade na tão zelosa segurança dentro do chamado perímetro Fifa dos estádios.
Se fossem menos em número e mais discretos, os invasores talvez nem fossem detectados. Agora vão reforçar a segurança em seis estádios, onde reconhecem a necessidade de mais cuidados. Imaginem se a invasão do gramado tivesse acontecido durante o jogo com televisão para o mundo inteiro.
Esses supostos brasileiros que a gente tem visto quase todos os dias em São Paulo fazem bem pior. Eu disse supostos brasileiros porque eles cobrem a cara, a gente não sabe se são brasileiros ou não, para sair quebrando como tem acontecido. Lembro de outra frase chilena: “Nós vimos a oportunidade e entramos". Pois, esses caras escondidas veem a oportunidade e quebram. A polícia não pode permitir que eles tenham a oportunidade de quebrar.
Punição tem que servir de exemplo para desencorajar novas tentativas. A punição foi branda. Um deles chegou a dizer "cometemos um erro grave e pedimos desculpas ao Brasil". Eles vão ter que pedir desculpas ao Chile. Os conterrâneos deles estão condenando todos eles.
Nas redes sociais, eles dizem: "estão nos fazendo passar vergonha num país que nos recebe de braços abertos". “São torcedores, mas também são delinquentes" escreveram os chilenos. Realmente, a atitude dos invasores do Maracanã não combina com a civilidade chilena e a educação que eles recebem em casa e na escola. E muito menos, com a tradicional amizade que une Brasil e Chile. Mas esse episódio também mostra mais uma vez fragilidade na tão zelosa segurança dentro do chamado perímetro Fifa dos estádios.
Se fossem menos em número e mais discretos, os invasores talvez nem fossem detectados. Agora vão reforçar a segurança em seis estádios, onde reconhecem a necessidade de mais cuidados. Imaginem se a invasão do gramado tivesse acontecido durante o jogo com televisão para o mundo inteiro.
Esses supostos brasileiros que a gente tem visto quase todos os dias em São Paulo fazem bem pior. Eu disse supostos brasileiros porque eles cobrem a cara, a gente não sabe se são brasileiros ou não, para sair quebrando como tem acontecido. Lembro de outra frase chilena: “Nós vimos a oportunidade e entramos". Pois, esses caras escondidas veem a oportunidade e quebram. A polícia não pode permitir que eles tenham a oportunidade de quebrar.
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