quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Em Macapá na Claudomiro de Moraes o espaço é pequeno e tem muito para ser alargado, mas resolveram plantar onde poderia ser aumentado em vez de plantarem no centro e demolir brinquedo e alargar a rua. A praça de brinquedo deve ser longe do trânsito, quem foi este engenheiro que fez isto gastando nosso dinheiro e hoje virou sucata e prefeito atual pior que os outros que não faz nada para melhorar o trânsito,ele pensa que está livre de sofrer acidente a não ser que ande de jatinho. mesmo assim não é seguro, seguro só em Deus. Uma vez um ex prefeito de Santana não consertou a ponte e morreu nela, vocês lembram quem era não me lembro o nome, mas o ocorrido ficou na memómira para alertar prefeitos relaxado, por que não renuncia é pior que a Dilma, sabem que são incapazes, mas o povo vota.

Edição do dia 08/10/2014
08/10/2014 09h25 - Atualizado em 08/10/2014 09h25

'Todos errados: motorista, pedestre e autoridades', diz Alexandre Garcia

Números do DPVAT, de indenizações por morte no trânsito, mostram que nos últimos dois anos a média é de 162 mortes por dia quase sete por hora.

O deficiente visual idoso que é atropelado no transito de Brasília é o retrato do que acontece na maior parte das cidades brasileiras. Mas, estão todos errados: o motorista, o pedestre e as autoridades que não preparam as vias para as vidas.
A lei de trânsito é clara: todos os veículos são responsáveis pela segurança do pedestre. Diz a lei que o pedestre deve atravessar na faixa, mas, se não houver faixa, atravessar na perpendicular, quando puder. Também proíbe o pedestre de caminhar entre os veículos. E diz que o pedestre, depois de iniciada a travessia, tem preferência, mas poucos leem a lei de trânsito, embora estejamos todos no trânsito toda a vez que deixamos a porta de nossas residências.
Há um costume, em muitos lugares do Brasil, de caminhar na rua. E a maioria dos automóveis mais baratos não têm equipamento de segurança, além dos cintos, o que aumenta a gravidade dos acidentes. As vias carecem de melhor sinalização, carecem de fiscalização, de piso. Tem parada de ônibus mal localizada, isolada.
E há o álcool e o estresse dos congestionamentos, que alteram os reflexos e enterram a direção defensiva. Por isso, os números do DPVAT, de indenizações por morte no trânsito, mostram que nos últimos dois anos a média é de 162 mortes por dia. Quase sete por hora. Essa matança poderia ser evitada se não errássemos tanto no trânsito.

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