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Petrobras pagou US$ 3 mi a conselheiros
do caso Pasadena
— Leandro Mazzini
Enquanto o trabalhador brasileiro tinha salário mínimo de R$ 350 em 2006, a Petrobras pagou muito bem os trapalhões do conselho administrativo e diretores que fizeram vistas grossas às cláusulas do contrato com a Astra Oil, que onerou a estatal em US$ 1,2 bilhão na compra da refinaria de Pasadena (Texas). O Annual Report de 2006, ano do contrato, informa que a petroleira desembolsou US$ 3 milhões de bônus e jetons, para os 10 conselheiros e os sete diretores executivos.
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